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CUESTA VERDE / Jornalismo de Verdade




quarta-feira, 1 de abril de 2020

Coluna Rio Sanzu: COMEMORAÇÃO DA GRANDE ILUMINAÇÃO 2020

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​             Em “Contatos Imediatos do 03º Grau”, que dirigido foi por Steven Spielberg e lançado em 1977, se vê o destino de pessoas que, após um contato de 01º grau – que se resume a um avistar –, são impelidas, inconscientemente, a peregrinar em busca de um contato de 03º° – no qual, se interage com alguma entidade.
​             Que, no filme, se deu no Monumento Nacional Torre do Diabo – um lacólito colunar situado em Wyoming, nos Estados Unidos da América.
​             (O que serviu para “aparrudar” a aura de misticismo de Hollywood – que significa “Madeira Sagrada.)
​             Ademais, em 22 de março de 2020, no Templo Shoshinkan, em São Paulo, ocorreu um evento alcunhado de “Comemoração da Grande Iluminação 2020” – que rememora o momento em que o Mestre Ryuho Okawa teve sua epifania.
​             Todavia, a ele compareceu o Sr. Akira Fuji, o diretor internacional de construção de templos da Happy Science. Que tratou da importância de se construir o “Templo Local” – uma célula regional da organização. O comparando com um “farol marítimo”.
​             Ou seja, com a fonte de um contato de 01º°.
​             Dado que o farol marítimo foi criado com o fim de orientar os navios, em meio ao breu da noite.
​             Contudo, com o tempo, essa tecnologia quase foi subjugada por uma mais moderna.
​             Apenas: “quase”.
​             Já que, quando o GPS falha, virando um “GPJEGUE”, ele põe a casa em ordem.
​             E, também, porque, por isso, ele orienta os buscadores da verdade.
​             Não que eles sejam adeptos de atividades náuticas.
​             Mas porque eles, que em alguns casos são discriminados como “terraplanistas”, se valem da sua luz para demonstrarem a planicidade das águas.
​             E, a partir daí, se chega ao contato de 03º°. Quando se orienta os contatados, na tormenta ou na bonança, pelo oceano de energia que se materializa na 03ª dimensão.
​             No caso, como dádiva, ofertando a filosofia da Happy Science, que é composta pelos 04 corretos caminhos.
​             Mas como se faz isso?
​             Simples! Ensinando as pessoas a filosofarem; buscarem respostas para as grandes questões da vida, através desses 04 princípios – amor, conhecimento, reflexão e desenvolvimento.
​             Dos quais, o 02º é o único que é impessoal, pois, pode ser auferido em um mero bate-papo. Enquanto os outros estão diretamente relacionados com o íntimo de cada um. Já que só a própria pessoa pode ser a sabedora dos seus anseios e desejos.
​             Sem mais, o caminho que leva a concretização de um contato de 03º°, obrigatoriamente, passa pelo desenvolvimento de uma linguagem que harmoniza essa filosofia com a cultura da sociedade em que o Templo erigido estiver.
​             Mas como se pode desenvolver essa linguagem?
​             Em Tiago 02:15-17 há a seguinte recomendação: “Imaginai que um irmão ou irmã não tem o que vestir e que lhes falta a comida de cada dia; se, então, alguns de vós disser a eles: ‘Ide em paz, aquecei-vos’ e ‘Comei à vontade’, sem lhes dar o necessário para o corpo, de que adianta isso? Assim, também, é a fé: se não se traduz em ações, por si só está morta”.
​             E, assim, juntar a prosa com a poesia.
​             Mas como é que se pode ter ciência do anelo e da angústia da população?
​             Bem, na canção “Eu Também Vou Reclamar”, Raul Seixas canta os versos que dizem: “Tô trancado, aqui no quarto / De pijama, porque tem / Visita estranha, na sala / Aí, eu pego e passo / A vista no jornal”.
​             Só que essa música é de 1976.
​             E, hoje, os jornais não noticiam os problemas.
​             Os ditam!
​             Por isso, para se alcançar o almejado fim, basta entrar na fila de uma lotérica, na véspera do sorteio de um grande prêmio, e puxar papo – dizendo o que é que fará quando for agraciado pela sorte –, que escutará uma miríade de sugestões (todas, na 01ª pessoa do singular).



quarta-feira, 4 de março de 2020

Verdade Alienígena: ENOCH – METATRON

​             Parte 001

​             Gênesis 05:18-25: “Jared viveu 162 anos e gerou Enoch. Após o nascimento de Enoch, Jared viveu ainda 800 anos e gerou filhos e filhas. Todo o tempo de Jared foi de 962 anos; e morreu. Enoch viveu 65 anos e gerou Matusalém. Após o nascimento de Matusalém, Enoch andou com Deus durante 300 anos; gerou filhos e filhas. A duração total da vida de Enoch foi de 365 anos. Enoch andou com Deus e desapareceu, porque Deus o levou”.
​             Ou seja, ele foi abduzido.
​             Fora o fato de que a sua longevidade (com a de seus parentes) dá a entender de que, talvez, ele seja um nefilim; ou um híbrido.



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​             Doravante, no “Targum de Jerusalém” – “Targum” é o nome que se dá para a tradução que foi feita do hebraico para o aramaico dos textos dos profetas bíblicos; no caso por Jonathan Ben Uzziel – consta que “Enoch adorou, em verdade, a Deus; e eis que ele não estava com os habitantes da Terra; ele foi retirado, e subiu para o firmamento pelo Memra (o verbo), se postando diante de Deus, e o seu nome passou a ser ‘Metatron’” – aquele que está junto ao trono.
​             Todavia, este texto foi cortado do que viria a ser entendido como “Bíblia” e entrou para a biblioteca dos textos apócrifos.
​             No caso, como o “03º Livro de Enoch”.
​             Um livro que psicografado foi pelo Rabino Ismael Ben Elias, no Século II, e que contém a narração do momento em que Enoch chegou ao espaço e contemplou a “Merkabah” – a “Carruagem de Deus”.
​             Que de mote que serviu para a obra intitulada de “Eram os Deuses Astronautas?”, de autoria de Erich Von Däniken. Dado que o autor não via motivo para uma Deidade que é onisciente, onipotente e onipresente carecer de uma espaçonave.
​             Ademais, nos Estados Unidos, esse contexto foi usado para alcunhá-la de “Carruagem dos Deuses?” Enquanto que, na Suíça, de onde é oriunda, se chama “Memórias do Futuro”.






​             Voltando ao tema...






​             No “03º Livro de Enoch”, é dito que “Naquela hora, as águias da Carruagem de Luz, os chamados Ofanins e Serafins, que consomem fogo, perguntaram a Metatron: ‘Juventude! Por que um nascido da mulher entrou e contemplou a Carruagem de Luz? Qual a sua nação, de qual tribo é?’”
​             Ao que “Metatron respondeu ao dizer-lhes: ‘Da nação de Israel, a quem Deus escolheu para ser seu povo entre as 70 línguas (nações); da tribo de Levi, a quem ele estabeleceu um laço como uma contribuição para o nome da semente de Adão”.
​             Então, o Rabino Elias perguntou: “Qual é o seu nome?”
​             E ele respondeu: “Tenho 70 nomes, correspondendo às 70 línguas do mundo e todos eles são baseados no nome de Metatron, anjo da Presença; mas meu Rei me chama de Juventude”.
​             Mais adiante dizendo que “... sou Enoch, filho de Jared. Porque quando a geração da inundação pecou e foi confundida em seus feitos dizendo a Deus: ‘Afasta-te de nós, porque não desejamos o conhecimento dos seus caminhos’, então, Deus me tirou do meio deles para ser uma testemunha contra eles, no alto do céu, sobre todos os habitantes, para que não digam: ‘O Misericordioso é cruel’”.
​             Doravante, o próprio Deus asseverou que “Este é Metatron, meu servo. Eu fiz dele um príncipe e um governante sobre todos os príncipes dos meus reinos e sobre todos os filhos do céu, exceto os 08 grandes príncipes, os honrados e reverenciados que se chamam Jeová, igual ao nome de seu Rei. E todo anjo e todo príncipe que tem uma palavra para pronunciar diante da Minha presença, antes deve ir à presença dele (Metatron) e falar primeiro”.
​             E, então, Metatron manifestou a sua glória ao dizer o seguinte: “... Deus revelou-me todos os mistérios da lei, todos os segredos da sabedoria e todas as profundezas da Lei Perfeita; e dos pensamentos do coração de todos os seres vivos. Todos os segredos do universo e todos os segredos da Criação foram revelados a mim”.
​             “Assim que Deus me levou a seu serviço...”, prosseguiu ele, “... para atender o Trono da Glória, imediatamente, minha carne transformou-se em chamas, meus nervos em fogo flamejante, meus olhos em brasa de zimbro em chamas, a luz das minhas lâminas dos olhos em esplendor de relâmpagos, minhas pupilas dos olhos em marcas de fogo, o cabelo da minha cabeça em chamas pontiagudas, todos os meus membros em asas de fogo ardente e todo o meu corpo em fogo incandescente”.
​             Indo essa transmutação ao encontro do que é informado na Surata 15:26 e 27, do Alcorão, quando Deus estabelece que “Criamos da argila o homem...”, “Antes dele, havíamos criado os gênios...” – englobando-se, aqui, todos os seres astrais – “... , do fogo puríssimo”.
​             Ao que se acrescenta um ponto da mensagem espiritual que o próprio Metatron transmitiu à humanidade, em uma entrevista mediúnica feita por meio do Mestre Ryuho Okawa, em 21 de março de 2019. Quando, ao ser inquirido quanto a sua aparência, ele diz ter a forma de um “bode”.






​             Parte 002

​             Ao término da 01ª Cruzada, em 1099, Jerusalém passou a ter um Rei oriundo de uma real família europeia como governante.
​             E, em 1118, o cargo estava ao encargo do Rei Balduíno II. Que, no ano em questão, se dirigiu para o Principado de Antioquia, do qual, entre os anos de 1119 e 1126, se tornou o regente, com o fim de protejê-lo dos Turcos Seljúcidas.






​             Sendo que, durante esse hiato, o comando de Jerusalém ficou nas mãos de Warmund de Picquigny, um cavaleiro cruzado.
​             Todavia, um grupo formado por 09 monges guerreiros a Warmund se dirigiu e pediu a permissão para eleger um mestre e defender a Terra Santa. Obtendo o assentimento do cidadão.






​             Assim, essa cavalaria – que era composta por Hugo de Payens, seu Grão-Mestre, Godefroy de Saint-Omer, André de Montbard, Hugo de Champanhe, Geoffrey Bisol, Archambaud de Saint Amand, Payen de Montdidier, Rossal e Gondermar –, sob o nome de “Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo”, passou a proteger, primeiramente, os peregrinos.
​             E, posteriormente, colocou os mulçumanos para correr.
​             Ademais, o Rei Balduíno II regressou.
​             Então, em agradecimento, lhes concedeu uma parte da Mesquita de Al-Aqsa, onde ficava o antigo templo.






​             Fazendo-os, assim, serem renomeados como a “Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão”.
​             Uma designação que foi reduzida para “Templários”.






​             Todavia, com o passar do tempo, eles se apossaram de toda Mesquita.
​             Por 09 anos, nela ficando.
​             Um período que, para alguns estudiosos, resultou em quase nada.
​             “Mas...”, como diria Roberto Carlos, “... ‘quase’ também é mais um detalhe”.
​             No caso, um detalhe crucial. Já que a Mesquita de Al-Aqsa (a Mesquita Mais Distante) se situa no Monte Moriah (“Moriah” que quer dizer “Escolhido por Deus”). E é onde está um dos portais mais poderosos da Terra.
​             Aliás, a única justificativa plausível para a contenda entre judeus e palestinos.
​             Pelo menos, para os que sabem que ele existe e como abri-lo.
​             Ou seja, seus líderes. Que, por ele, expõem seu povo, como um “gado”, a uma matança que não tem fim e que por eles é chamada de “Guerra Santa”.
​             Pois não há motivo para se lutar por uma terra inóspita; um terreno acidentado que não tem uma única fonte de água ou outro atributo, como uma jazida de ouro ou diamante, e que fica no meio do deserto.






​             Menos ainda, quando para os palestinos, por ordem do próprio Deus, a Terra Santa é passado.
​             Vide o versículo 141 da 02ª Surata, quando o Criador, ao se referir a Jerusalém, diz que “Aquela é uma nação que já passou”. E, no versículo 144, conclui: “Vimos-te (oh Mensageiro)...”, no caso, Muhammad”, “... orientar o rosto para o céu; portanto, orientar-te-emos até uma ‘quiblá’...”, que significa “direção”, “... que te satisfaça. Orienta seu rosto (ao cumprires a oração) para a Sagrada Mesquita (de Meca)!”
​             Todavia, o poder de influência dos Templários cresceu e se espalhou por toda parte. E, como se sabe, tamanho e espaço são duas coisas que caminham juntas. Fazendo, assim, com que Jerusalém ficasse pequena para suas pretensões. Com isso, levando-os a adotar como quartel-general um castelo situado em Rennes-Le-Château, que fica na região de Languedoc, no sul da França.






​             O que incomodou muita gente.
​             Principalmente, o Rei Filipe IV, o Belo, da França. Que, em parceria com o Papa Clemente V, tramou um assassinato de reputação contra os Templários; que consistia em acusá-los de serem satanistas.
​             Um argumento que foi usado para que, em 13 de outubro de 1307 (uma sexta-feira), ele mandasse prendê-los e convencê-los, mediante uma sessão de tortura, a confessar seus pecados.
​             E, assim, 07 anos depois, levaram seu líder, o Grão-Mestre Jacques de Molay, a um julgamento público.
​             Um julgamento, aliás, que se afastou do que se queria.
​             Já que Jacques não só se declarou inocente como profetizou a morte dos mentores intelectuais do infortúnio seu.
​             Ademais, em 18 de março de 1314, Jacques de Molay foi executado em uma fogueira.






​             Em 20 de abril de 1314, o Papa Clemente V morreu de causa desconhecida.
​             E, em 29 de novembro de 1314, Filipe, o Belo, contemplou a própria fuça, no reflexo de um espelho, pela última vez.
​             Todavia, uma das justificativas para a acusação de satanismo estava no fato de dizerem que os Templários cultuavam a figura de um bode.
​             Que se tornou, em função disso, o arquétipo do capeta.
​             E a quem erroneamente foi atribuído o nome de “Baphomet”.






​             Só que por osmose.
​             Pois, Baphomet era um código referente ao ritual em que se evocava Metatron.
​             Visto que, em grego, “Bath Metis”, significa “Batismo de Sabedoria”.
​             De trás para frente, “Tem Ohp Ab”, são as iniciais, em latim, de “Templi Omnium Hominum Pacis Abbas”, que quer dizer “Templo da Paz de Todos os Homens”.
​             E, em hebraico, as letras “Beth, Pe, Vav, Mem e Tav”, que soam como “Baphomet”, através do “atbash” – uma criptografia usual em tal alfabeto –, passam a ser “Shin, Vav, Pe, Yod e Alef”, que soa como “Sophia” – que em grego significa “Sabedoria”.
​             Que, dentro da Mesquita de Al-Aqsa, era cantada como um mantra, com o fim de abrir um portal para a dimensão de Metatron.
​             Mas o que Metatron teria com os Templários?
​             Bem, em uma mensagem espiritual que foi revelada através do Mestre Ryuho Okawa, em 26 de março de 2013, o Conde Vlad Tepes III disse que “As cruzadas, na verdade, eram uma guerra espacial. Uma guerra para ver que raça dominaria a Terra”.
​             Donde se conclui que Metatron estava orientando os Templários.
​             Por isso, se especula que a aproximação dele, em 2019, seja o indício de que estamos na véspera de uma nova batalha.
​             Principalmente, porque Kandahar, o anticristo, já está encarnado.
​             E que, como fica claro na mensagem espiritual de Metatron, ambos duelam desde os tempos imemoriais.
​             Fazendo com que agora, Metatron, o anjo da Presença, conduza os novos Templários, diante da tribulação que se aproxima.​

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