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CUESTA VERDE / Jornalismo de Verdade




quarta-feira, 11 de janeiro de 2023

ALIENÍGENAS DO PASSADO VERSUS ANJOS CAÍDOS: LÚCIFER

quarta-feira, 4 de janeiro de 2023

ALIENÍGENAS DO PASSADO VERSUS ANJOS CAÍDOS: REPTILIANOS

quarta-feira, 21 de dezembro de 2022

SÉRIE PENSAMENTO E RIQUEZA - PARTE 002: EXPELINDO O DEUS DA POBREZA

quarta-feira, 14 de dezembro de 2022

É PERIGOSO ACREDITAR NOS ÚLTIMOS BYTES SONOROS DO DR. STEPHEN HAWKING

quarta-feira, 30 de novembro de 2022

Diário da Ilha de São Vicente – 16/11/2022 – REMEMORANDO A ADEGA DOIS IRMÃOS




​             Em 16 de novembro de 2022, se fazia o manjado trajeto de quarta. Que como fim tinha o Restaurante Emmerich. Onde se encontraria a tradicional feijoada do Senhor Walmir.
​             Passando, no caminho, em frente ao 02º Batalhão de Infantaria Leve de São Vicente.





​             O ponto de encontro dos patriotas.
​             Um pessoal que, desde o término das eleições fraudadas de 2022, se negava a entregar o comando da nação para uma corja de vagabundos da pior espécie.
​             Mas que o fazia do jeito errado. Já que gritavam: “SOS, Forças Armadas”. Quando o correto era bradar: “Venham conosco, Forças Armadas”.
​             Tudo porque isso lembra uma cena de os Simpsons em que Homer e Marge observam Bart, que está de joelhos e a orar.
​             - Deus, proteja meu pai, minha mãe, Lisa e Maggie. E, por favor, Deus, mate o Sideshow Bob – pede o garoto.
​             - Bart, não! – intervém Marge.
​             - É ele ou eu, Senhor – conclui o guri.
​             - Você não pode pedir a Deus para matar alguém – o repreende Marge.
​             - Sim! – diz Homer. – Você faz o seu próprio trabalho sujo.
​             Ademais, uma sensação de vazio se deu quando se alcançou o nº 677 da Avenida Antônio Emmerich. Pois a Adega Dois Irmãos não estava onde deviria estar.
​             Bem, Beto, o dono, manifestara a intenção de deixar o local.
​             Posto que a vizinhança – no caso, o pessoal que mora no prédio que fica encima de onde estava o estabelecimento – não apreciava as noitadas de sábado.
​             Noitadas de sábado que se tornaram notórias devido a dois fatores: 01º, o ambiente familiar.
​             Sim, livre de moleque. Daquele cara trouxa que bebe para ficar macho e, na hora de mostrar que tem “pelo no saco”, se tranca no banheiro e liga para o pai pedindo arrego.
​             Em 02º, um bom samba.
​             “Samba?”, deve estar questionando o mais chegado.
​             Bem, quando a música é bem executada, ela merece ser prestigiada.
​             Agora, um rock mal tocado é igual à mulher de bigode...
​             “Com mulher de bigode nem o diabo pode”, já dizia um Velho Deitado Chinês.
​             E por falar em mulher e diabo...
​             Ou a mulher do diabo...
​             O negócio é o seguinte: a história com a Adega Dois Irmãos, que era carinhosamente alcunhada de Adeguinha, começou em uma noite em que, por motivo de força maior, o Bonde Boteco teve que fechar mais cedo.
​             E, como ainda se de tinha mais sangue do que álcool nas veias, foi preciso procurar por um “lugar do caralho” – como diria o Júpiter Maçã. Onde se pudesse calibrar o fígado.
​             Assim, se chegando à Adeguinha. Onde se pôde beber uma Heineken geladinha, tomar uma dose de Salinas e comer um churrasquinho de gato.
​             Sem esquecer, é claro, o camarada que vendia brigadeiros.
​             Afinal, na madruga, é sempre bom corrigir os excessos com um pouquinho de glicose.
​             Voltando...
​             Justo nessa noite tinha a mesa das feias.
​             Sim, uma mesa cheia de barangas barrigudas, que saíram com as banhas a balangar, a fim de se ofertarem para os marmanjos manguaceiros.





​             Só que, na noite em questão, para o descontentamento delas, os marmanjos não manguacearam tanto.
​             Também teve a noite que fora precedida por uma final da Copa Libertadores da América.
​             Final em que o Palmeiras venceu o Flamengo, e, por isso, dentre um copo de cerveja e outro, só se falava da cara de bunda do Renato Gaúcho. Já que o, então, treinador da equipe carioca entrara em campo com a empáfia de quem já era o campeão.
​             Aliás, essa foi a única vez que a “bunda” do Renato Gaúcho fez mais sucesso do que a da filha dele.
​             Alguém se lembra do nome dela, por acaso?






​             Todavia, nessa noite apareceu um palmeirense com seu cachorro. Um cão que ele, literalmente, levou para beber. Já que, enquanto ele tomava uma breja, o seu companheiro se hidratava com um pouco de água.
​             Contudo, ele bebeu tanto, que teve de ser conduzido até sua casa.
​             O que não foi uma tarefa fácil. Dado que seu cachorro quase o derrubou várias vezes. Pois corria de um lado ao outro, transformando a coleira em um obstáculo.
​             Sábado após sábado, novos atores entraram em cena.
​             Dentre eles, despontando o Senhor Carlos. Um exímio bailarino que, com seu carisma, inspirava até quem não tinha pernas a dançar.
​             Sendo que um dos momentos mais marcantes foi quando o Senhor Carlos chegou com sua amiga sapatão. Amiga sapatão que, como ele disse, se tornava inconveniente em função disso. Pois não podia ver uma mulher de bobeira que jogava o “chaveco” na orelha da coitada.
​             Se fosse um homem, era machismo.
​             Mas como era uma lésbica, deve ser “velcronismo”.
​             Em todo caso, ela não era de perder a viagem. E dizia que, por falta de uma pica, tinha 10 dedos e uma língua. Podendo até improvisar.
​             Contudo, nessa noite, ela chegou mamada.
​             Sim, ela bebeu tanto, que se esqueceu de que era lésbica.
​             E foi dançar na frente da banda. Num embalo que constrangeu os músicos. Já que começou a esfregar a “chana” com o ímpeto de quem desencarde uma cueca.
​             Conclusão: antes que a coisa piorasse, o Senhor Carlos a levou embora.
​             Noite após noite, as coisas foram mudando.
​             E a banda residente foi trocada.
​             Entrando em cena o Grupo NP.





​             Um pessoal muito bacana que (Para nossa alegria!) sempre tocava “Retalhos de Cetim”, o clássico que Benito de Paula, seu compositor, lançou no álbum “Um Novo Samba”, em 1974. Que começava com os inesquecíveis versos em que, na 01ª pessoa, é feito o seguinte desabafo: “Ensaiei meu samba o ano inteiro / Comprei surdo e tamborim / Gastei tudo em fantasia / Era só o que eu queria / E ela jurou desfilar para mim”.
​             E, mais para frente, fala da dor da traição, ao dizer que “... chegou o carnaval / E ela não desfilou / Eu chorei, na avenida, eu chorei / Não pensei que mentia a cabrocha / Que eu tanto amei”.





​             Fazer o quê?
​             Até Cristo foi traído.
​             Só que ele foi traído por um barbudo xarope.
​             E a cabrocha do Benito é aquela novinha com uma bundinha nota 10.
​             Bem, essas e muitas outras histórias construíram o mito da Adeguinha.
​             Adeguinha que não acabou.
​             Só foi um pouco para longe. Para o nº 3990 da Rua São Francisco de Assis, na Ilha das Caieiras, na Praia Grande.
​             Mas, quem sabe, talvez, um dia, ela volte, com a cabrocha do Benito, para a nossa avenida.


quarta-feira, 16 de novembro de 2022

INICIATIVA 2045 - PARTE 005 - EVOLUÇÃO ESPIRITUAL E CORPORAL COMO UMA NOVA ESTRATÉGIA

quarta-feira, 9 de novembro de 2022

ALIENÍGENAS DO PASSADO VERSUS ANJOS CAÍDOS: DARTH VADER

quarta-feira, 19 de outubro de 2022

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quarta-feira, 12 de outubro de 2022

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De 09 a 12 de outubro de 2026, das 11:00am às 12:00am, ocorrerá o Mantiqueira Beer Fest 2026, no Centro de Eventos de Santo Antônio do P...