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CUESTA VERDE / Jornalismo de Verdade




quarta-feira, 14 de junho de 2023

001ª MENSAGEM DO MESTRE RYUHO OKAWA, EM 2022

quarta-feira, 7 de junho de 2023

COMO OS LÍDERES DAS ORGANIZAÇÕES PODEM MANTER SUAS MENTES SOB CONTROLE - PARTE 001

quarta-feira, 31 de maio de 2023

Diário da Ilha de São Vicente – 20/05/2023 – MUITO MACHO

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​             Na noite do dia 20 do mês de maio de 2023, depois da live alcunhada de “Combustível, Metal e Poema: Srila Prabhupada (Rememorando George Harrison, 80 Anos)”, que está no canal “Cuesta Verde / Jornalismo de Verdade”, no Youtube, se tinha como destino a “05ª Festa Cigana da Tenda de Sumaya”.
​             Uma festa que não era perpetrada por ciganos.
​             E sim, por uma Loja dedicada à Umbanda, que também recebe a orientação espiritual de mentores que são oriundos de uma egrégora cigana.
​             Ademais, a noite de sábado não existiria sem o transporte por aplicativo.
​             Já que o transporte público, no caso, o ônibus – como já foi mencionado nas crônicas “193” e “O Amor Vence Todas as Coisas” –, só serve para quem não tem compromisso. E o particular, o taxi, compete, em pé de igualdade, com ele.
​             Assim, enquanto, pela orla, o carro ia, rumo à Ponta da Praia, se apreciava a preparação da estrutura da corria que aconteceria no domingo; os 10 Km da Tribuna FM.
​             Sim, a Tribuna – o tradicional órgão de comunicação do litoral –, que se ignora porque, infelizmente, ela retransmite a programação da Rede Funeral de Televisão.
​             Todavia, durante o percurso, se ouviu a canção “Suedehead”, que, normalmente, tem seu nome trocado pelo refrão “I’m so sorry”. Sendo que ela foi composta por Stephen Street e Steven Morrissey; e lançada, por Morrissey, em seu 01º single, sem os Smiths, em 1988.
​             Em cujo lado B, aliás, há a balada “I Know Very Well How I Got My Name”, também de autoria do duo. Mas que se caracteriza por ser um contraponto ao lado A em estética e notoriedade.


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​             Depois, se chorou com a choradeira do Chorão ao ouvi-lo cantar: “Não É Sério”.
​             É sério!
​             O Charlie Brown Jr lançou uma música em cuja letra há a seguinte constatação: “Eu vejo na TV, o que eles falam sobre o jovem / Não é sério / O jovem, no Brasil, nunca é levado a sério”.
​             O que suscitou a vontade de escrever um rock “de resposta” que diria: “Minha orelha não é latrina / Não brinca”.
​             E, assim, se chegou ao número 73 da Rua Dona Marta Máximo – o Clube 2004.
​             Bem, no salão, a festa era animada por Régis, um professor de dança que, como um performático maestro, por meio do mimetismo, fazia a mulherada dançar.
​             Contudo, o repertório girou em torno das músicas do Gipsy King e do Sidney Magal.
​             Nada contra.
​             Até porque o som do Sidney Magal gera um requebrado sensual.
​             Mas será que ninguém conhece o Gogol Bordello?
​             Porra!
​             É a melhor...
​             Ou melhor: é a única banda norte-americana de gypsy punk que se conhece.
​             Para quem não sabe, há um clipe da canção “Start Wearing Purple”, de autoria de Eugene Hütz, que foi lançada no álbum “Gypsy Punks: Underdog World Strike”, de 2005, no Youtube.


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​             Em todo caso, uma coisa era certa: a mulherada queimava as calorias dançando e, depois, “enchia o tanque” com um vinho bebível ou uma cerveja igualmente ingerível. E, quando a coisa se excedia, havia pastel e cachorro quente.
​             Sendo que o cachorro quente era chamado pelo seu nome original: hot dog.
​             Não seja por isso...
​             Chamá-lo-emos de frankfurter.


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​             Quando se viu uma cigana rechonchuda, com seus dedos gordos, levar um naco de frankfurter, cheio de maionese, para sua grande boca.
​             O que lembrou uma cena do filme “Remo / Desarmado e Perigoso”. Uma película de 1985, que foi dirigida por Guy Hamilton – o responsável por vários do James Bond, no fim da fase “Sean Connery” e no início da “Roger Moore” –, que tinha no papel de Remo Willians, Fred Ward, e, como Chiun, Joel Grey.


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​             Todavia, na cena em questão, Chiun – que era mestre de Sinanju, uma arte-marcial coreana que existe apenas nesta trama – dá a Remo, seu aluno, um korean fingerboard – uma estrela esculpida em madeira, com 08 pontas, que terminam em alvos circulares.


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​             - Escala coreana – disse Chiun. – Começa a bater, lentamente, com seus dedos, no início. Depois, aumenta a força. Com o tempo, suas unhas ficarão duras. Seus dedos fortes. Eles serão capazes de fazer mais do que apenas levar comida para a sua boca.
​             Ademais, deixando a ficção de lado, o negócio é que o frankfurter era bom.
​             Sim!
​             Era feito com molho.
​             Uma obsessão para quem era jovem nos anos 1980. Posto que, na série “Tiro Certo”, os personagens Rick Hunter – vivido por Fred Dryer – e Dee Dee McCall – interpretado por Stepfanie Kramer –, entre um tiroteio e outro, comiam um frankfurter com molho.


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​             No caso, um vinagrete.


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​             Mas o molho de tomate do sanduba da festa era muito gostoso.
​             Quando o evento sofreu uma transição: passou da folia para o sorteio de prêmios.
​             Sorteio que foi conduzido por Régis. Que, como um bom mestre de cerimônia, o fez com muito humor; brincando com cada contemplado.


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​             Até que o número 140 sorteado foi.
​             E para o palco se dirigiu, com o fim de receber sua prenda, um barbudo pilantra. Um sujeito safado que, antevendo um provável escárnio, se preparou para o revide.
​             Um revide com requintes de crueldade.


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​             Não dando outra!
​             Dado que, assim que avistado foi, ouviu de Régis a seguinte indagação:
​             - Como eu faço para ter uma barba assim?
​             E o barbudo barbarizou:
​             - Tem que ser muito macho.
​             - Muito macho é tudo que eu não sou – comentou Régis, ao lhe dar o brinde. – Olha a conversa do cara – falou para a plateia. – Vem aqui, e me diz que tem de ser macho – bronqueou o apresentador, ao se tocar de que o tom jocoso do cidadão se devia ao excesso alegria que ele esbanjava sobre o palco.
​             Terminada a festa, requisitou-se o transporte por aplicativo.
​             Que, como solicitado, para o Estradão, pela orla foi.
​             Entretanto, em função dos preparativos para a corrida, no Canal 3, a via fora interditada.


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​             Logo, se seguiu pela Avenida Washington Luís.
​             Onde o tráfego ficou intenso; indo e não indo.
​             Com motociclistas e motoqueiros fugindo pela passarela para pedestre que cruza o canal.
​             Por falar em motoqueiro...
​             Bem, entre o carro de cá e o de lá, surgiu um motoboy. Um indivíduo que era tão apreçado quanto burro. E que, por isso, acelerou, arrebentando o espelho retrovisor do veículo de lá.
​             Fazendo com que sua motorista gastasse seu estoque de “Filha da puta!”.
​             O que, pelo fato de que ela tinha uma pança proeminente, ecoou, com o timbre de um contralto.
​             E mais: ela disse que conhecia a pizzaria cuja marca estava estampada na bag que ele carregava.
​             - Você vai processar o estabelecimento? – perguntou-lhe o cara que estava no banco do carona.
​             - Vou fazer pior. Vou dizer para o dono que nunca mais como na pizzaria dele.

quarta-feira, 17 de maio de 2023

A M0RTE NA ROTA DA SEDA: POEIRA AMARELA

quarta-feira, 3 de maio de 2023

ALIENÍGENAS DO PASSADO VERSUS ANJOS CAÍDOS: OS LIMITES DA TECNOLOGIA CIENTÍFICA

quarta-feira, 19 de abril de 2023

A HISTÓRIA SECRETA DA CAMPANHA DAS SOMBRAS QUE SALVOU AS ELEIÇÕES DE 2020: A DESINFORMAÇÃO

UMA PESSOA QUE ESTABELECE GRANDES METAS CONTINUA A PROSPERAR - PARTE 001

quarta-feira, 5 de abril de 2023

JÁ COMEÇARAM AS GUERRAS ESPACIAIS PELA TERRA

quarta-feira, 29 de março de 2023

Diário da Ilha de São Vicente – 10/03/2023 – O AMOR VENCE TODAS AS COISAS

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​             No dia 10 do mês de março de 2023, a noite chegou mais cedo. Dado que o céu da tarde de sexta foi tomado por nuvens que tinham os 50 tons de cinza.
​             Um “repeteco” do que ocorreu em 19 de agosto de 2019.
​             Conquanto que, ao contrário do que se dera, o “consórcio da grande mídia” não atribuiu isso às queimadas que acontecem na Amazônia.
​             Ora que, à época, o “consórcio” disse que a incineração da floresta amazônica era parte de uma política de estado. E embasou seu argumento com o fato de que as girafas da Amazônia viraram churrasco.


​             #LiveGiraffesMatter


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​             Mas, graças às infalíveis urnas eletrônicas, para alívio das girafas, o Presidente Jair Bolsonaro não mais no cargo está.





​             Ademais, no Estradão, tal como outrora, uma chuva, cuja densidade se assemelhava com a de um véu, transformou os faróis de cada veículo em distintos orbes.
​             E, assim, se esperava por um ônibus que fosse para o centro de Santos.
​             Quando, com a morosidade de um Eduard Bohlen, o 153 se aproximou.





​             Todavia, em seu interior, pingava mais do que do lado de fora. Posto que o ar-condicionado estava entupido.
​             O que não era novidade.
​             Pois o transporte público de Santos é um exemplo de ineficiência.
​             01º, porque é caro.
​             Sim, é um dos mais exorbitantes do Brasil. Podendo, facilmente, ser alçado ao 01º posto se se levar em conta o tamanho da Ilha de São Vicente.
​             No caso, de metade da ilha. Já que o transporte de Santos não atende a São Vicente.
​             02º, porque tem menos veículos do que a população necessita.
​             Descontando, é claro, o fim de semana. Quando a frota é reduzida. Pois a prefeitura ignora o fato de que além dos nativos têm os turistas; sim, o pessoal que traz dinheiro para a cidade.
​             03º, porque, por falta de veículos, as viagens não têm fim.
​             Dado que cada ônibus dá mais volta do que espermatozoide em cu de veado. Visto que o cujo não sabe o motivo de não encontrar o útero. Quiçá, devido a um resquício da “manguaça” de quem o expeliu ou por ter entrado pela garganta.
​             “Que mulher nojenta que será a minha mãe”, ele deve pensar.
​             Aí, aparece uma feminista e diz: “Que espermatozoide machista! Por que é que a culpa é só da mãe?”
​             Bem, ao se chegar ao Terminal Rodoviário, se testemunhou uma ocorrência inusitada: a Plataforma A estava inundada. Evitando o tráfego de quem queria sair ou ir para as outras.





​             Então, para ir à Praça José Bonifácio, se teve que improvisar; entrando no ônibus de número 42.
​             O que não ajudou.
​             Já que a Avenida São Francisco se transformou em um rio de barro.
​             Graças a uma lamaceira que escorria do Morro de Monte Serrat e passava por dentro de loja, concessionária e o que mais encontrasse em seu caminho.
​             Como opção para o desembarque tendo, na Avenida Senador Feijó, o ponto que fica perto do Posto de Bombeiros. Que, por não estar em uma depressão, não estava sob a água.
​             O que pouco adiantou.


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​             Ora que se teve que enfiar o pé... Ou pior, a perna na água. E, como um cego, tatear o piso com o guarda-chuva, a fim de não cair em um bueiro.
​             Bem, cumprido os compromissos, era hora de voltar.
​             Para tal, indo ao ponto, que fica próximo à esquina da Rua Braz Cubas com a São Francisco, com o fim de esperar por um ônibus que fosse para o Estradão.
​             O que foi inútil.
​             Porém, imperceptível.
​             Ora que, durante a espera, deu para se entreter com o recheio da calça legging que uma bunduda usava. Uma calça que lhe entrava pelo rego e... Bem, fazia pensar em mais uma coisa molhada.





​             E, aqui, tem-se que dar os parabéns para o “malaco” que tirou o fusô do balé, mudou seu nome e criou uma nova fantasia feminina: a de mostrar a bunda, sem tirar a calça.
​             Ademais, como a água tinha baixado, uma vontade veio à tona: a de beber um chope IPA geladinho, no Bonde Boteco.
​             Logo, se foi para o Terminal Rodoviário.
​             Terminal Rodoviário que se normalizara.
​             Por isso, se fez o de sempre: esperar.
​             E, durante o aguardo, chegou a molecada do Camps.
​             Toda descalça.
​             Sim, a molecada preferia correr o risco de cortar o pé e contrair uma leptospirose ou coisa pior do que molhar um par de tênis vagabundo.
​             Então, como a coisa não progredia, optou-se por improvisar.
​             Indo para a “Linha Fúnebre” – o 184.
​             Que em seu itinerário tem o Cemitério da Areia Branca – o ponto mais próximo do Estradão.
​             E, assim, se enfrentou um aperto.
​             Depois, a coisa afrouxou, ao passar pelo Cemitério da Filosofia.
​             Onde as pessoas foram descendo, descendo, descendo, até que tudo se acalmou.
​             Permitindo que se pudesse sentar e relaxar.
​             Sendo que, nesse interim, se viu que, à frente, havia uma mulher que também se sentiu à vontade. Tanto que prendeu a cabeleira castanha e baixou a blusa, desnudando os ombros.
​             Com isso, se pode ver que, do lado esquerdo de suas costas, tinha a gravura negra de um coração.
​             E, quando ela baixou ainda mais a veste, ao lado do coração uma frase se leu.
​             Bem, “ler” é quase um eufemismo.
​             Dado que o tatuador, provavelmente, faltara à aula de caligrafia.
​             Ademais, depois de “queimar a retina”, se deduziu que dizia “Amor Vincit Omnia”.
​             “O Amor Vence Todas as Coisas”.
​             50% de um verso da “Bucólica 10” do poeta romano Públio Virgílio Maro. Ora que o restante é “Cedamos nós ao amor”.
​             Mas por que é que ela tatuou um verso em latim?
​             Quiçá, porque o confundiu com um provérbio.
​             Ou, talvez, para testar os homens.
​             Saber se o cara é polivalente.
​             Sim, se o cujo é capaz de comer a bunda dela e gemer em outro idioma ao mesmo tempo.
​             Em todo o caso, ela olhou para a janela, com o fim de ajeitar o cabelo, e não gostou de ver, pelo reflexo, que tinham alguém lhe xeretando a cacunda. Por isso, ergueu a blusa, se levantou com brusquidão, puxou a cordinha e abandonou a condução.
​             Por que será que ela ficou brava?
​             Por que alguém leu o verso sem enfiar o pau na bunda dela?


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