Na
noite de 11 de julho de 2017, o programa começou com uma “diarreia demagógica”.
Já que os pratos deviam ser inspirados no cardápio dos refugiados.
E,
para preparar a boia para 40 pessoas, teve Michele, como a vencedora da última
Prova de Eliminação, que liderar um grupo e escolher o líder do outro. O que
fez, ao escolher Mirian.
Mirian
que, à frente dos Smurfs, mais uma vez, recolheu seu ímpeto e deixou a coisa
fluir organicamente. De um lado, vendo, dessa vez, Victor cortar o dedo e, do
outro, a comida se materializar. Assim, como prato principal, entregando um
“picadinho de cordeiro com especiarias, acompanhado de arroz, couve e vinagrete
de romã (com o decréscimo de carne em 02; mas que, por ter de atender a 01
vegetariano, reduziu o prejuízo a 01) e, de sobremesa, um “bolo de especiarias,
com calda de laranja”.
Enquanto
que Michele se controlou tanto, que deu brecha ao descontrole dos demais. Como
Fabrizio; que se feriu 02 vezes com o mandoline. E, assim, os Colorados
serviram um “kafta de cordeiro, com banana frita, coalhada seca e salada de
feijão” e “torta de maçã, com farofa de castanha e creme inglês de café”.
Ademais,
os Smurfs venceram.
Então,
na Prova de Eliminação, o excedente teve de preparar um bolo com recheio, em
homenagem ao programa de número 100. Exigindo 02 rodadas de análises. Já que os
candidatos estavam padronizados nas virtudes e nas deficiências.
E,
por se desviar do padrão, para menos, Fabrizio dançou.
Em A FILOSOFIA DE UM ASCETA se discorre
sobre a busca do MUNDO ESPIRITUAL. Ou seja, daquilo que transcende a TERCEIRA
DIMENSÃO. E que, parece se distanciar da REALIDADE, por conta do que ocorre nos
versos que RAUL SEIXAS tão bem cantou em EU TAMBÉM VOU RECLAMAR: “Dois
problemas se misturam / A verdade do Universo / E a prestação que vai vencer”.
Mas que podem se atar se, tal qual o YIN YANG, se compreender que, de um lado,
cabe à CIÊNCIA cuidar das coisas da TERRA, enquanto que, do outro, a RELIGIÃO deve
zelar pelos desígnios do CÉU. E, juntas, nos conduzir rumo à ETERNIDADE.