Na quinta, dia 23 de abril de 2026, se comemora o Dia de São Jorge, o padroeiro do Corinthians. Dado que especula-se que em tal data, no ano de 303, ele foi executado, por ordem de Diocleciano, na cidade de Nicomédia - que, hoje, tem o nome de Ízmit, na Turquia.
A ARTE DO PERDÃO
Na tarde de sábado, em 17 de fevereiro de 2018, durante o Culto de Gratidão, no templo da Happy Science, em Santos, exibido foi mais um trecho da palestra em que o Mestre Ryuho Okawa trata da força para propagar o amor.
Falando de como perdoar o imperdoável.
Como um conceito que migra de utópico para antrópico, à medida que ele esclarece que o perdão é um poder que foi concedido por El Cantare, a Divindade. Com o fim de que o ofendido quebre o elo, criado pela ofensa, com o ofensor.
Exceto nessa existência. Pois, em prol da sobrevivência, a memória não permite.
Tanto que, em “A Arte da Prudência”, Baltasar Gracián observa: “Convém instruir a memória a ter melhores hábitos, pois ela sozinha pode nos proporcionar o céu ou o inferno”.
E sim, o rompa por toda a eternidade. Evitando que, devido a uma paridade vibracional, os contenedores não entrem em rota de colisão, numa vida futura.
Posto que a palavra “perdão” vem da latina “perdonare”. Cujo termo “per”, quando usado como prefixo, significa “total”; e “donare”, “entrega”.
Ou seja, é o ato de devolver a calamidade ao seu autor.
Assim, dando força aos versos, da “Oração de São Jorge”, que dizem: “Andarei vestido e armado / Com as armas de São Jorge / Para que meus inimigos / Tendo pés, não me alcancem / Tendo mãos, não me agarrem / Tendo olhos, não me enxerguem / E nem pensamentos eles possam ter / Para me fazerem mal”.
Em A FILOSOFIA DE UM ASCETA se discorre
sobre a busca do MUNDO ESPIRITUAL. Ou seja, daquilo que transcende a TERCEIRA
DIMENSÃO. E que, parece se distanciar da REALIDADE, por conta do que ocorre nos
versos que RAUL SEIXAS tão bem cantou em EU TAMBÉM VOU RECLAMAR: “Dois
problemas se misturam / A verdade do Universo / E a prestação que vai vencer”.
Mas que podem se atar se, tal qual o YIN YANG, se compreender que, de um lado,
cabe à CIÊNCIA cuidar das coisas da TERRA, enquanto que, do outro, a RELIGIÃO deve
zelar pelos desígnios do CÉU. E, juntas, nos conduzir rumo à ETERNIDADE.

