Reclame 001

CUESTA VERDE / Jornalismo de Verdade




quarta-feira, 25 de agosto de 2021

Coluna Rio Sanzu: VAMOS SER LIVRES E SAIR




            No dia 15 de agosto de 2021, o Templo Shoshinkan recebeu a visita de Shigueru Yamada, o diretor da matriz internacional da Happy Science. Que veio a São Paulo para ministrar uma palestra alcunhada de “Vamos Ser Livres e Sair”.
            Sendo que, durante a qual, ele falou que a consciência da Terra não coibirá certos desastres – como o “corocavírus”, os terremotos ou tsunamis – e seus consequentes distúrbios, com o fim de se livrar de uma parcela da humanidade.
            “Espere aí”, pode pedir um incauto. “Esse cidadão está dizendo que a Terra está viva e, além disso, irá corroborar com o 01º mandamento das Pedras Guias da Geórgia?”
            A resposta é “não” para 50% da sua pergunta e “sim” para a outra metade.
            Dado que tem de se estar vivo para ter consciência. E, como todo ser vivo, a Terra é um organismo que emana e recebe energia.
            Quanto à outra parte...
            No álbum Gita, de 1974, há a música chamada de “As Aventuras de Raul Seixas na Cidade de Thor”. Uma canção em que Raul Seixas, seu autor, profere os versos que dizem: “Buliram muito com o planeta / E o planeta como um cachorro eu vejo / Se ele já não aguenta mais as pulgas / Se livra delas num sacolejo”.
            “E quem são as pulgas?”, provoca o incauto.
            Em 03 de julho de 2021, no canal do Youtube intitulado de “O Despertar do Anjo / Brasil”, o Monge Mateusz conduziu uma live cognominada de “Alienígenas Mal-Intencionados Estão Envolvidos com a Infecção Chinesa?”, que tratou de um artigo homônimo que foi publicado no site da “The Liberty Web”, em 08 de junho de 2021.
            Todavia, no correr da live, ele se referiu ao momento em que, durante a sua mensagem espiritual “... Edgar Cayce falou que: ‘... o fato surpreendente é que os alienígenas mal-intencionados podem estar envolvidos em fenômenos aparentemente naturais e coisas que parecem ocorrer naturalmente – como incêndios florestais, furacões na Austrália e a pandemia da infecção chinesa. Revelando que há o plano de invadir a Terra por parte dos alienígenas’”.
            “Ou seja, em um mundo em que as pessoas foram educadas para crer que o homem é um macaco que comeu um bife, que a religião é um conto de fadas sem fadas, que o sistema geocêntrico é uma alucinação e para aceitar o viés iluminista da grande mídia como o parâmetro da sanidade, não é de se estranhar que qualquer desastre seja tido como um evento de causa natural”, completou o Monge, que está lotado no Templo da Happy Science da cidade Santos.
            E mais: “As pessoas foram adestradas a aceitar que o pensamento mediano é o correto. E não, para aceitar o óbvio. Ou aquilo que seus olhos veem. O que leva a pensar que, se as espaçonaves chegarem de todos os lados, as lideranças mundiais apresentarão como justificativa o fato de que é algo natural”.
            “01º - Vão assumir, publicamente, que a Terra é plana”.
            “Não é à toa que o assunto virou moda, de 2015 para cá”.
            “02º - Que a culpa por todo mundo ter aceitado a conversa de que a Terra era redonda é do Copérnico”.
            “Afinal, ele não está aqui para se defender”.
            “03º - Vão dizer que esses invasores não são invasores. Pois são humanos”.
            “Não é de graça que, dentro do Modelo da Terra Plana, surgiu a teoria de que existem terras além da Antártida”.
            “04º - Também vão dizer que as espaçonaves são “Haunebus” – as naves redondas nazistas. E não, artefatos de outro mundo”.
            “Ora que, depois da 02ª Guerra Mundial, esses nossos irmãos nazistas se refugiaram nestas terras distantes”.
            “Tanto que há o famoso Diário do Almirante Richard Byrd. Em que ele fala do encontro que teve com os seres arianos, nas terras além da Antártida”.
            Contudo, esse encontro teria se dado dentro da Terra. Pois ele é da Teoria da Terra Oca.
            E como, hoje, é o Modelo da Terra Plana que está em voga, ele trocou de plataforma.
            Donde se conclui que o formato da Terra se adapta à narrativa do momento.





            Mas até quando durará isso?
            Até os anos 2030.
            Posto que o Senhor Yamada disse que “ondas” e mais “ondas” de “corocavírus” virão durante um período de 10 anos.
            E como estamos em 2021...
            Ademais, ele deixou claro que a fé é melhor do que qualquer “vacina”.
            Ou do que uma injeção de RNA, para ser mais específico.
            O que faz com que a propagação da fé seja a salvação da humanidade.
            Visto que na Bíblia, em Mateus 18:20, consta que Jesus disse que: “... onde estiverem 02 ou 03 reunidos em meu nome, ali estou, no meio deles”.
            Algo que vale para qualquer crença.
            Tudo porque se cria uma grande corrente energética. Que, por meio de um fluxo de ondas alfas, movimenta a Ressonância Schumann e gera vários fenômenos de ordem supranatural – como os milagres.
            Mas como é que se difunde a fé? Afinal, a ela é que nem sangue: tem de existir compatibilidade, para que ocorra uma transfusão.
            O Monge Mateusz também solucionou isso.
            Indiretamente.
            Mas solucionou!
            Posto que na live, de 17 de julho de 2021, ele tratou de um artigo da “The Liberty Web” alcunhado de “Você Não Poderá Voltar Para o Céu Após o Suicídio: Rastreamento de Depressão em Adolescentes”. Do qual ele citou o trecho que diz que “Em seu livro ‘A Equação do Inferno’. O Mestre Ryuho Okawa...” “... disse o seguinte: ‘Não há dúvida de que a depressão a longo prazo é causada por espíritos malignos que possuem a pessoa. Nossa mente pode apontar para qualquer direção, em 360º, assim como a agulha de uma bússola. Ela pode apontar para o céu, assim como pode apontar para o inferno. E o estado de depressão é quando essa agulha aponta para o inferno e permanece lá”.
            “E aqui...”, apontou o Monge, “... ele é bem claro: ‘Nossa mente pode apontar para qualquer direção’”.
            “Qual é o lema do zoroastrismo?”
            “Bons pensamentos, boas palavras, boas ações”.





            Ou seja, se difunde a fé por meio do exemplo.
            E exemplo é postura.
            Postura que se resume na forma em que uma pessoa harmoniza o tempo e o espaço.
            Como diz o Professor Olavo de Carvalho: “Não parar, não precipitar e não retroceder. Então, dizer para esse cara: Sabe quando vamos parar? Nunca! Nunca, na sua porca vida”.





quarta-feira, 14 de julho de 2021

Coluna SNACK BAR - O Lado B da Humanidade: VIOLENTOS JOVENS

(De Mateusz Duarte & Renato Pop)





            Alguns violentos jovens se movem
            Bem depois que todas as sombras somem
            Sempre prontos pra mostrar que são homens


            Já que a Morte irá chegar com apreço
            Conduzindo a foice como adereço
            Pois jamais irá trocar de endereço


            No fio da navalha está
            Toda dor que há


            A dor do ardor
            No andor do horror


            O amanhecer os enxota pro esgoto
            Pois a cicatriz do mais bravo rosto
            Mostra que não é mais do que um garoto


            Pois quem sede o leito para o inimigo
            Sem pestanejar, lhe dá um castigo
            Pois não dará para a Morte um amigo


            No fio da navalha está
            Toda dor que há


            A dor do ardor
            No andor do horror

quarta-feira, 30 de junho de 2021

Coluna SNACK BAR - O Lado B da Humanidade: CURTINDO A VIDA ADOIDADO

            Em “A Gaia Ciência”, no trecho intitulado de “329 – Lazer e Ociosidade”, Nietzsche, seu autor, disse que o “... frenesi do trabalho – o verdadeiro vício do novo mundo – já começa a contaminar a velha Europa, a torná-la selvagem ao propagar uma falta de espírito de todo singular. Agora, se tem vergonha do repouso...”. “Um homem de boa origem escondia seu trabalho, se a miséria o constrangia a fazer um. O escravo trabalhava esmagado pelo sentimento de fazer alguma coisa de desprezível: - o próprio ‘fazer’ já era algo de desprezível”.
            Ou seja, trabalho é coisa de pobre.
            “Mas não dizem que o ‘trabalho dignifica o homem’?”, pode perguntar um incauto.
            Não! Só o lembra de que ele não tem onde cair morto.





            E, nessa esteira, em 1986, lançado foi o filme alcunhado de “Curtindo a Vida Adoidado” – “Ferris Bueller’s Day Off”; o “Dia de Folga de Ferris Bueller”.
            Todavia, a obra do diretor John Hughes tem no papel de protagonista o ator Matthew Broderick.





            Matthew Broderick que com tanto empenho desempenhou a função que deu a impressão de que perdeu a paixão.
            Tudo porque essa atuação ofuscou a que perpetrara, em 1985, como Phillipe Gaston, em “O Feitiço de Áquila” e a que fez, em 1989, ao dar vida a Adan McMullen, ao lado de Dustin Hoffman e do lendário Sean Connery, em “Negócios de Família”.
            Ademais, o filme em questão trata da história de um sujeito que resolve cabular aula.
            Para tal, tendo um simples e bom argumento: “Não me importa se você tem 50 ou 07 anos, todo mundo precisa de um dia de folga, de vez em quando. É um dia lindo. Como alguém espera que eu vá para a escola?”





            Todavia, uma má interpretação do conceito da trama fez com que ela fosse levada à TV, como uma série – a famosa sitcom –, com Charlie Schlatter no papel principal. E com o que, hoje, é uma curiosidade: Jennifer Aniston, em início de carreira. Pois ela deu forma a Jeannie Bueller, a irmã de Ferris.
            “Mas qual é o problema da série?”, pode indagar o incauto.
            O fato de ser uma série.
            E é por isso que ela teve apenas uma temporada de 13 episódios, entre os agostos de 1990 e 1991.
            Posto que o mote do filme está em contar uma história que se passa em um dia. Um dia anacrônico. E a série teria que tornar o anacronismo crônico. Logo, em algum momento, Ferris teria que pegar a mochila e ir para escola, com o fim de sair da rotina.
            Ademais, no meio do filme, Ferris Bueller entra em uma parada. Onde, sobre um carro alegórico, dubla a canção Twist and Shout – “Agite e Grite” –, na versão dos Beatles.





            Com isso, comprovando a atemporalidade da sua música.
            Aliás, dando desfecho a uma jogada de mentalismo.
            Tudo porque as pessoas chegaram a esse momento do filme querendo ouvir os Beatles; e sem saber por quê.
            Porque a Fab Four foi citada no começo da película. Quando Ferris diz que: “Uma pessoa não deveria acreditar em ‘ismo’”.
            Aqui se abrindo uma lacuna para falar que ideologia só serve para quem não sabe pensar. E que, por falta de ideias próprias, se escoram nas dos outros.
            Sem mais, ele continua: “Ela deveria acreditar em si mesma. John Lennon disse isso em seu 01º álbum solo: ‘Eu não acredito nos Beatles / Apenas creio em mim’”.
            Contudo, os Beatles não precisam que alguém neles creia. Que os ouçam, apenas.
            No caso, se atendo à energia que a voz de John Lennon transmite em Twist and Shout.





            Twist and Shout que é de autoria de Phil Medley e Bert Russell. E cuja 01ª gravação foi feita pelo Top Notes, em 1960. Sendo que 02ª foi efetuada pelo Isley Brothers, em 1962.





            Em 1963, alcançando sua 03ª de definitiva versão ao ser lançada no álbum Please Please Me, o 01º dos Beatles.
            Ademais, qualquer exame de DNA constataria que Twist and Shout é a filha bastarda de La Bamba.
            O que alguns tentam contemporizar com o papo de que entre ambas há uma progressão de acordes.
            Mas que, na prática, se trata de um plágio.
            Dado que La Bamba é uma música de domínio público; órfã de mãe e de pai.
            Por tanto, sem quem reivindique suas cifras.
            E ascende do folclore mexicano.
            Ora que é muito tocada em festa de casamento.


            Com a sua 01ª gravação sendo ocorrendo em 1939. No álbum de Alvaro Hernández Ortiz, o vulgo El Jarocho.





            “Jarocho” que é o qualificativo do nativo de Veracruz, uma cidade do México. Onde, provavelmente, nasceu La Bamba. Pois o seu ritmo é o son jarocho.
            Com o detalhe de que “jarocho” é o termo que discrimina um bruto. Um caipira. Visto que é oriundo do árabe hispânico “harrúg”, que significa "irado".





            Ademais, sua principal gravação foi feita por Ritchie Valens, em 1958.





            Mas onde é que se deu o cruzamento de guacamole e tequila com fish and fries?
            Para se chegar a essa resposta, deve-se entender que o rock é um subgênero do country. Que, por sua vez, uma vertente é da música celta, que os irlandeses levaram para o oeste norte-americano.
            Sendo que, durante essa metamorfose, ocorreu uma considerável perda de informação. E, em decorrência disso, o rock’n’roll se reduziu a 03 acordes – Ré maior, Lá maior e Mi maior.














            O que faz com que ele não se sustente sozinho.
            Em função disso, escorando-se (ou, como se venturou falar, buscando influência) em outros ritmos. Assimilando, assim, o exotismo da música indiana, a complexidade, incluindo a chatice, da música dita erudita e a lubricidade da música latina.
            Tanto que a canção (I Can’t Get No) Satisfaction, que os Rolling Stones gravaram no álbum Out of Our Heads, em 1964, é um chá-chá-chá disfarçado de rock.





            O que foi detectado por Johnny Rivers, que, na 10ª faixa do álbum At The Whisky a Go Go, fez um medley de La Bamba e Twist and Shout.





            Ademais, em 03 de outubro de 2018, no conto “As Garotas da Casa ao Lado*”, que publicado foi no Mochileiro Místico, a concupiscência mencionada foi explorada na (per) versão de La Bamba que ganhou a alcunha de “La Bunda”.
            Em cujos versos se lê: “Quero comer uma bunda / Quero comer uma bunda/ Uma bunda legal / Uma bunda legal / Com o meu pau / Arromba a bunda / Arromba a bunda”.


quarta-feira, 2 de junho de 2021

Coluna SNACK BAR - O Lado B da Humanidade: PERDIDA NA ESTRADA

(De Mateusz Duarte & Renato Pop; Voz e Violão, Angélica Vanessa)





            Você deu mancada
            E fiquei danada
            Perdida na estrada
            Com uma aliança
            Toda enferrujada
            Pedindo carona
            Com dor no coração
            Pra qualquer caminhão


            Você deu mancada
            E fiquei danada
            Perdida na estrada
            Igual à cadela
            Que foi rejeitada
            Pedindo carona
            Com dor no coração
            Pra qualquer caminhão


            Eu que dei mancada
            E fiquei danada
            Perdida na estrada
            Pelos motoristas
            Sendo desprezada
            Lá no acostamento
            No breu da escuridão
            Que nem assombração


            Eu que dei mancada
            E fiquei danada
            Perdida na estrada
            Vestindo o vestido
            Com que me trajava
            No meu casamento
            No breu da escuridão
            Que nem assombração

quarta-feira, 26 de maio de 2021

Coluna SNACK BAR - O Lado B da Humanidade: A INSUSTENTÁVEL LEVEZA DO SER

            Em 1988, lançado foi “A Insustentável Leveza do Ser”. Uma adaptação cinematográfica do livro homônimo que o tcheco Milan Kundera, seu autor, publicara 04 anos antes. Todavia, a película, conduzida pelo norte-americano Philip Kaufman, tem a sua duração, de mais de duas horas, amainada por Juliette Binoche, no frescor dos seus 23 anos de idade.





            Mas, durante a história, um detalhe levanta a orelha do espectador mais atento: a melodia de “Hey, Jude”.
            Sim, a inconfundível música que carrega a assinatura sonora de Paul McCartney. Dado que John Lennon só rubricou a partitura.
            Só que cantada no idioma tcheco.





            Cantada por Marta Kubišová.
            Que nasceu no 01º dia do mês de novembro de 1942, em České Budějovice, na (então) Tchecoslováquia – a, hoje, República Tcheca.
            E que, no começo dos anos 1960, início a sua carreira musical deu.
            Ganhando notoriedade nacional em 1966.





            Quando participou da 01ª edição do “Bratislavská Lyra” – uma espécie de Festival da MPT (Música Popular Tcheca). Em que, em um dueto com Helena Vondráčokva, defendeu a canção “Oh, Baby, Baby”, de autoria de Bohuslav Ondráček e Jan Schneider. Que ficou em 02º lugar.





            Com a música “Mám Rozprávkový Dom” – “Eu Tenho Uma Casa de Fadas” –, que foi composta por Varoslav Matušik e Eliška Jelínková, sob a interpretação de Karel Gott, atingindo o 01º lugar.





            01º posto, aliás, que Marta Kubišová alcançou um 1968, com a música “Cesta” – “Caminho” -, de Jindřich Brabec e Petr Rada.





            De volta a 1966...





            O sucesso amealhado com o festival rendeu a Marta o convite, por parte do diretor Jan Neměc, para participar do filme “Mártires do Amor” – “Mučedníci Lásky” –, um clássico do “Cinema Verdade” – o “Cinéma Vérité”.
            Cinema Verdade que é uma narrativa de origem francesa que nada mais é do que filmar uma ficção com linguagem de documentário.





            Como Woody Allen fez em Zelig, de 1988.





            Ademais, Marta Kubišová continuou atuando – tanto no cinema como na música – e, em 1969, lançou um compacto simples, que tinha ‘Hej, Jude’, no lado A, e “ Všechny Bolesti Utiši Láska” – “Toda Dor Será Aliviada Pelo Amor, no lado B.








            Ora que essa versão da obra dos Beatles explicita o malabarismo poético que tem de ser perpetrado para que se encaixe o significado de uma letra na métrica de uma determinada melodia.
            Que fica evidente logo no 01º verso.
            O qual deve ser examinado à luz do original, em inglês, da versão tcheca e da brasileira, que foi feita por Rossini Pinto e imortalizada por Kiko Zambianchi no álbum “Era das Flores”, de 1989.





            Em português: “Hey, Jude, não fique assim”.
            Tcheco: “Hej, Jude, co dá ti pláč” – “Hey, Jude, o que te faz chorar”.
            E o original: “Hey, Jude, don’t make it bad” – “Hey, Jude, não piore as coisas”.
            Logo, as 03 primeiras sílabas – “Hej”, “Ju” e “de” – são pronunciadas em acordo com as originais.
            Depois, na 04ª – “co” (cuja pronúncia é “so”) –, se mantém o som fechado da letra “o”, ao contrário da brasileira, que busca uma paridade nasal com a original – “não” e “don’t”.
            A 05ª – “dá” –, só mantém a tonicidade da inglesa. Uma tonicidade que, na brasileira, foi acrescida de uma aproximação sonora por meio da letra “i” – já que “ma” (que se articula como “mei) ecoa em “fi”.
            E, na linha das palatais, na 06ª, as 03 vão pelo mesmo caminho – “ke” mais "it", “ti” e “que”, a qual se junta o “a”, em função da contagem de sílaba poética.
            Por fim, na 07ª, há o “pláč” (que se lê “plach”), que, de longe, esbarra em “bad”. “Bad” que, em espírito, topa com o “ssim”, posto que o verso termina em uma sílaba tônica.


Financie o Mochileiro Místico

https://apoia.se/mochileiromistico

CUCARACHA'S BURGER - PARTE 002

CUESTA VERDE / Jornalismo de Verdade 04 de março de 2023