Na
quente noite, em 25 de julho de 2017, viu-se, no Restaurante Tuju, sob a
orientação do Chef Raslton, receberem os postulantes a segunda graduação: o
dolman.
Então,
em praças, divididos foram.
E
a da entrada, que consistia em preparar um “mini milho na brasa, com mil folhas
de abobrinha”, “cenoura desidratada e reidratada” e “sopa fria de melão e
amendoim, com ají e pão de miga”, ficou sob a tutela de Deborah e Leonardo.
Ou
quase.
Já
que as cozinheiras da casa tiveram que meter a mão na massa.
Pois,
de um lado, Leonardo empacou no melão. Que não conseguia cortar.
Do
outro, Deborah cometeu um suicídio “proto-profissional”, ao usar um perflex
para suprir a falta de uma tampa, que estava debaixo do seu nariz (para não dizer
que estava enfiada noutro lugar), e bater a sopa no liquidificador.
Contaminando-a, em rede nacional. E assim, automaticamente, deflagrando na
ideia de quem virá (ou já veio) a comer da sua comida que qualquer gosto
estranho p(ó/ô)de provir da sua porquice.
Quanto
à do prato principal...
Bem,
ficou ao encargo de Mirian e Valter. Que as costas se deram e deram “vinte
passos”. Para que ele se escondesse atrás da carne e ela brincasse com o peixe.
E
assim, suaram para entregar um “peixe com purê de coco verde, com vinagrete de
banana e espuma de curry” e um “wagyu grelhado, com feijão manteiguinha e
picles de tupinambo”.
Em A FILOSOFIA DE UM ASCETA se discorre
sobre a busca do MUNDO ESPIRITUAL. Ou seja, daquilo que transcende a TERCEIRA
DIMENSÃO. E que, parece se distanciar da REALIDADE, por conta do que ocorre nos
versos que RAUL SEIXAS tão bem cantou em EU TAMBÉM VOU RECLAMAR: “Dois
problemas se misturam / A verdade do Universo / E a prestação que vai vencer”.
Mas que podem se atar se, tal qual o YIN YANG, se compreender que, de um lado,
cabe à CIÊNCIA cuidar das coisas da TERRA, enquanto que, do outro, a RELIGIÃO deve
zelar pelos desígnios do CÉU. E, juntas, nos conduzir rumo à ETERNIDADE.