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CUESTA VERDE / Jornalismo de Verdade




quarta-feira, 5 de julho de 2017

MasterChef Brasil 2017 - Episódio 012

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            Numa congelante noite, em 23 de maio de 2017, com a Caixa Misteriosa depararam-se os postulantes. Encontrando um ouriço. Que Jacquin ensinou a manusear. Aos neurônios espelho deles ofertando apenas uma introdução.
            Da qual, Fabiano, como outros, pouco passou. Tanto que de Paola a seguinte explicação escutou: “‘Menos é mais’ não quer dizer muito pouco no prato”. Ao que ela acrescentou: “Vem da arquitetura. É uma frase de Mies Van Der Rohe. Ele acreditava nos espaços puros. Na nobreza dos materiais. E em fazer, com pouco, muito mais”.
            E, com generosidade e um ouriço gratinado, Deborah avançou.
            Então, orientados por Fogaça, que disse “Coerência e beleza é o que queremos”, os demais passaram por um Teste de Habilidade, que consistia em apenas “empratar”.
            Onde Aderlize desempacou.
            Depois, na Prova de Eliminação, tiveram que transformar “mé” em “merenda”. Transmutando as biritas feitas pelo mixologista Spencer Amereno Jr: um Blood Mary – com tomate, jalapeño e ervas –, um CMT – criado pelo cujo, com caju, manzanilla e tônica – e uma caipirinha – com limão galego, demerara e sementes de coentro.
            Para a qual as campeãs foram incumbidas de “distribuir as camisas”.
            Quando Mirian, num lance de infantilidade (que fez muito “malaco” jogar a lata de cerveja contra o solo), pediu a Aderlize para ficar com o Blood Mary. E teve de engolir, pela goela (para não dizer: “por outro lugar”), um CMT.
            Porém, para desalento de Aderlize, quem tomou por outra via foi Nayane.




Em A FILOSOFIA DE UM ASCETA se discorre sobre a busca do MUNDO ESPIRITUAL. Ou seja, daquilo que transcende a TERCEIRA DIMENSÃO. E que, parece se distanciar da REALIDADE, por conta do que ocorre nos versos que RAUL SEIXAS tão bem cantou em EU TAMBÉM VOU RECLAMAR: “Dois problemas se misturam / A verdade do Universo / E a prestação que vai vencer”. Mas que podem se atar se, tal qual o YIN YANG, se compreender que, de um lado, cabe à CIÊNCIA cuidar das coisas da TERRA, enquanto que, do outro, a RELIGIÃO deve zelar pelos desígnios do CÉU. E, juntas, nos conduzir rumo à ETERNIDADE.




https://www.clubedeautores.com.br/book/235224--A_Filosofia_de_um_Asceta#.WS7F1IWcFMs




quarta-feira, 28 de junho de 2017

MasterChef Brasil 2017 - Episódio 011

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            Numa fresca noite, em 16 de maio de 2017, para 60 atletas de combate tiveram os postulantes que cozinhar. Preparando 30 pratos para quem precisava emagrecer e o restante para quem carecia de peso.
            E, numa disputa de sorte, Victor teve de liderar o grupo azul. O que o fez ao seu modo: delegando funções e rezando para que tudo desse certo. Com isso, se deparando com instabilidade emocional de Fabrizio. Que, como uma prima-dona, se alvoroçava sempre que algo ele lhe falava. E, assim, entregaram ao primeiro grupo, como entrada, um creme de ervilha com almondega de frango; e, como prato principal, frango recheado de espinafre e cuscuz de couve-flor. Para o outro, uma salada com vegetais e almondega de frango; e, consequentemente, uma galinhada caipira.
            Enquanto que, na liderança do corpo vermelho, Leonardo esbanjou inteligência ao colocar Mirian e Taise em praças separadas e se só ocupar em fazer com que fosse entregue, de entrada, uma canja de frango; e, como prato principal, uma moqueca de tilápia com salada de agrião. E, depois, um fricassé de legumes ao molho bechamel com nozes; finalizando, com um baby beef ao molho com purê de batata-doce.
            No fim, de um lado, o pessoal cuspiu pena, e, do outro, o vermelho venceu.
            Então, na Prova de Eliminação, Victor teve que dividir uma sardinha fresca e uma em lata entre os seus. E o fez, com o papo de que não queria “ferrar” ninguém. Contrastando com o da Serra da Cantareira. Em que exaltava a astúcia de Deborah.
            E, no fim, Vitor foi procurar pelo dedo perdido.




Em A FILOSOFIA DE UM ASCETA se discorre sobre a busca do MUNDO ESPIRITUAL. Ou seja, daquilo que transcende a TERCEIRA DIMENSÃO. E que, parece se distanciar da REALIDADE, por conta do que ocorre nos versos que RAUL SEIXAS tão bem cantou em EU TAMBÉM VOU RECLAMAR: “Dois problemas se misturam / A verdade do Universo / E a prestação que vai vencer”. Mas que podem se atar se, tal qual o YIN YANG, se compreender que, de um lado, cabe à CIÊNCIA cuidar das coisas da TERRA, enquanto que, do outro, a RELIGIÃO deve zelar pelos desígnios do CÉU. E, juntas, nos conduzir rumo à ETERNIDADE.




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quarta-feira, 21 de junho de 2017

MasterChef Brasil 2017 - Episódio 010

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            Numa suada noite, em 09 de maio de 2017, depararam-se os postulantes com uma Caixa Misteriosa cujo interior parecia ter saído da geladeira de Dexter. Dado que eram miúdos de boi.
            Com o que Douglas fez um cérebro empanado com vegetais assados e molho teriyaki. Obtendo de Paola a seguinte observação: “Quanto mais difícil é o desafio, mais seguro tem de ser o caminho que você toma”. A que concluiu: “Não se faz uma porcaria dessas. É um insulto. Coitado do boi e a gente, que tem que comer isso aí”.
            Ademais, Ana Luiza venceu, ao preparar um patê de fígado e rim envolto em bacon, com purê rústico de tomate e batata chips. Finalmente, aparecendo. E assim, deixando a sua mãe ciente do motivo pelo qual sumira de casa.
            Doravante, na Prova de Eliminação, tiveram que lidar os candidatos com produtos oriundos do Pará, sob a orientação do Chef Thiago Castanho. Que, ao vê-los abrasileirando a prova, disse: “Simples não é simplório. Simples é complexo”.
            E nessa, Vitor cortou a mandioca com tanta ênfase, que quase circuncidou o polegar. Sendo afastado, antes que entrasse em estado de choque.
            Porém, como foi um acidente, e não, burrice, dada lhe foi a chance terminar o prato, com o tempo que restava. E, ao contrário de outro sem dedo, que só se faz de coitado, ele tanto o fez como se qualificou entre os melhores.
            Como não se deu com Douglas. Que, por não se recordar do que Paola lhe dissera, foi cozinhar em outro barraco.







Em A FILOSOFIA DE UM ASCETA se discorre sobre a busca do MUNDO ESPIRITUAL. Ou seja, daquilo que transcende a TERCEIRA DIMENSÃO. E que, parece se distanciar da REALIDADE, por conta do que ocorre nos versos que RAUL SEIXAS tão bem cantou em EU TAMBÉM VOU RECLAMAR: “Dois problemas se misturam / A verdade do Universo / E a prestação que vai vencer”. Mas que podem se atar se, tal qual o YIN YANG, se compreender que, de um lado, cabe à CIÊNCIA cuidar das coisas da TERRA, enquanto que, do outro, a RELIGIÃO deve zelar pelos desígnios do CÉU. E, juntas, nos conduzir rumo à ETERNIDADE.




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quarta-feira, 14 de junho de 2017

MasterChef Brasil 2017 - Episódio 009

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            Na “ensolarada” noite, de 02 de maio de 2017, uma nova prova em grupo realizada foi. E, dessa vez, na Serra da Cantareira. Tendo como meta a elaboração de um cardápio composto por ingredientes do centro-oeste para 60 pessoas.
            Porém, Deborah, a campeã da última Prova de Eliminação, a incumbência teve de escolher os líderes. E optou por pôr Victor no vermelho e Mirian no azul.
            Mirian que, de alguns dos que pode escalar para o seu time, recebeu um “nariz torto”. Não “tapado” – como convém a quem quer ser um vencedor.
            O que, no caso de Aderlize e Taise, se entende. Pois já tinham se estranhado. Enquanto que, em relação a Fabrizio, assombrou. Já que debutavam juntos.
            Agravando-se com a personalidade competitiva de Mirian. Que, na horizontal, não é boa para se fazer amigos, mas, na vertical, costuma funcionar.
            Enquanto Victor manteve um jeito pândego. O que, em um ambiente onde se confunde autoridade com autoritarismo, evita um provável ou improvável motim.
            Assim, o vermelho entregou um pintado com vinagrete de caju, creme de couve e farofa baru, como prato principal, e arroz doce de pequi com toffee, de sobremesa. E o azul, um ensopado de peixe, de principal, e, para depois, um creme de milho brûlée.
            No fim, Deborah venceu.
            Mandando os postulantes do outro corpo para uma Prova de Eliminação, em que tiveram de preparar uma truta com molho e guarnição.
            E, da qual, Caroline foi para “truta que lhe pariu”.




Em A FILOSOFIA DE UM ASCETA se discorre sobre a busca do MUNDO ESPIRITUAL. Ou seja, daquilo que transcende a TERCEIRA DIMENSÃO. E que, parece se distanciar da REALIDADE, por conta do que ocorre nos versos que RAUL SEIXAS tão bem cantou em EU TAMBÉM VOU RECLAMAR: “Dois problemas se misturam / A verdade do Universo / E a prestação que vai vencer”. Mas que podem se atar se, tal qual o YIN YANG, se compreender que, de um lado, cabe à CIÊNCIA cuidar das coisas da TERRA, enquanto que, do outro, a RELIGIÃO deve zelar pelos desígnios do CÉU. E, juntas, nos conduzir rumo à ETERNIDADE.




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quarta-feira, 7 de junho de 2017

MasterChef Brasil 2017 - Episódio 008

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            Na quente noite, em 24 de abril de 2017, os postulantes tiveram de se arranjar, ao seu gosto, em 05 grupos de 03 e 01 de 02. Com a incumbência de criar um cardápio para a classe business de uma companhia aérea.
            Porém, sob uma série de restrições. Como a que Paola ressaltou: “Se vamos aquecer a comida... Reaquecer a comida... Uma fritura perderia a ‘crocância’”. Ou quando um corpo apresentou uma entrada chamada de “Devil Eggs”; que consistia em ovos apimentados com ovas e parma, sobre uma salada de rabanetes e endívias. E Fogaça comentou: “O ovo é um problema. Né? Tá cozido... Mas... Aquela outra questão...” Ao que Jacquin completou: “Faz peidar...” Emendando: “Se todo mundo começar a peidar, no avião, a pressão é grande”. Sem contar que deve ser algo fácil de cortar. Já que, graças ao terrorismo islâmico, não mais se usa talher de metal a bordo.
            E o time composto por Nayane, Vitor e Ana Luiza – que, por ser quietinha, é uma forte candidata ao título – venceu. Com um creme de camarão, como entrada, um salmão com crosta de amêndoas e purê de aspargos, de prato principal, e um creme inglês com maçãs e especiarias, para a sobremesa.
            Ademais, na Prova de Eliminação, os competidores tiveram que preparar um lámen express, sob a orientação da Chef Dona Margarida Haraguchi e seu filho, o Chef Sérgio Ouba. Que os deixaram a par da miríade de processos que o preparo requer.
            E Abel, que fez um dos melhores pratos, errou no cálculo, tal como no Ginásio do Ibirapuera, e só entregou 01 dos 02 pratos necessários. Com isso, se eliminando.




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quarta-feira, 31 de maio de 2017

MasterChef Brasil 2017 - Episódio 007

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            Em 18 de abril de 2017, quando o calor da noite quebrado era por um incômodo vento, viu-se um episódio que gravado foi no Ginásio Geraldo José de Almeida (vulgo: Ginásio do Ibirapuera). Em que os postulantes divididos foram em dois corpos: o vermelho, liderado por Abel, o azul, por Deborah, a campeã da última Prova de Eliminação. Que optaram por uma revanche e se compuseram com os mesmos membros da prova de Bento Gonçalves. Com a incumbência, agora, de preparar uma lasanha e uma sobremesa para 200 pessoas, ligadas ao vôlei.
            Sendo que Deborah, ao coordenar o preparo de uma lasanha à bolonhesa e de um mousse de limão siciliano com merengue, optou por ignorar a vaidade dos seus. Qual a fêmea que finge se satisfazer com a foda, a fim de que o macho se empolgue e ejacule.
            Enquanto que Abel apostou na cumplicidade amealhada no passado. E, por isso, orientado foi por Fogaça a “virar homem”. O que ocorreu “na hora em que a mulher começou a cochichar, pois estava com a ideia em outro lugar”. Não impedindo que entregasse, com o decréscimo de 15 pratos, uma lasanha com molho de cogumelo e, na totalidade, um verrine de frutas caramelizadas com iogurte.
            E, no fim, Abel gozou.
            Então, na Prova de Eliminação, Deborah teve a opção de tirar a carapuça. O que efetuou com tanta ênfase, que fez Leonardo parecer simpático. Livrando-se de preparar um filé mignon, ao ponto, com molho de mostarda. Ou seja, rosado e suculento.
            E, nessa, Natália só acertou o ponto do ônibus. Já que teve de voltar para casa.




Em A FILOSOFIA DE UM ASCETA se discorre sobre a busca do MUNDO ESPIRITUAL. Ou seja, daquilo que transcende a TERCEIRA DIMENSÃO. E que, parece se distanciar da REALIDADE, por conta do que ocorre nos versos que RAUL SEIXAS tão bem cantou em EU TAMBÉM VOU RECLAMAR: “Dois problemas se misturam / A verdade do Universo / E a prestação que vai vencer”. Mas que podem se atar se, tal qual o YIN YANG, se compreender que, de um lado, cabe à CIÊNCIA cuidar das coisas da TERRA, enquanto que, do outro, a RELIGIÃO deve zelar pelos desígnios do CÉU. E, juntas, nos conduzir rumo à ETERNIDADE.




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quarta-feira, 24 de maio de 2017

Coluna Rio Sanzu: UM HOMEM PRÓSPERO

            No programa “Desafie o Chef”, veiculado pela VTV – uma afiliada do SBT, na baixada santista –, em 2016, exibido foi um episódio em que se tratou do restaurante “Dalmo Bárbaro”. Um empreendimento que fica no Guarujá e tem Flávia Bárbaro, a filha do homônimo fundador, como atual proprietária.
            Todavia, Flávia Bárbaro entrevistada foi pela Chef Maísa Campos, a condutora do programa. E, durante a entrefala, contou que, em seu primórdio, o restaurante teve Silvio Santos como freguês.
            Silvio Santos que, no entanto, ainda era apresentador de rádio e passou a divulgar a mariscada da casa para sua audiência. Assim, transformando-a, tal como fizera, posteriormente, com o salão de cabeleireiro do Jassa, em São Paulo, em um ícone do litoral.
            Tudo porque ele é um homem próspero.
            “Próspero” que é uma palavra que deriva de “prosperus”. Um termo em latim que significa “bem sucedido”.
            Ou seja, aquele que materializa o seu intento.
            O que se dá não quando a pessoa faz o que gosta.
            Dado que o oposto disso cria um cenário onde se mistura prazer com profissão. Em que a cuja tende a se acomodar. Amparada numa ilusão de êxito.
            Quando o ideal é que a dita goste do que faz.
            Pois faz com que ela se comprometa com sua real missão: que é sobreviver.
            E é por isso que Silvio Santos não é um comunicador. Como se venturou falar. Mas sim, um vendedor. Um vendedor que se vale da sua verve comunicativa para garantir a sua existência.
            Assim, se notando que a prosperidade é um processo com início, meio e fim.
            No qual, a decisão de se estabelecer uma meta limpa e límpida faz com que se transmute o decurso em estilo de vida.
            Algo que, em raríssimos casos, não funciona.
            Principalmente, quando o ato de só se ater à meta se torna um mote para se desenvolver uma ansiedade.
            Pois gera um atropelamento do curso.
            Em que o sucesso apenas ocorre por acidente.
            Algo que, através de uma cuca fraca, serve de escopo para se transformar a burrice em método.
            O que, no Brasil, é um moto-contínuo. Posto que o cidadão brasileiro mediano é simplório por excelência. E, por isso, prefere o minimalismo.
            Logo, quer complicar a vida de um brasileiro?
            Ofereça-lhe opções.
            Sendo que as tais foram apresentadas, em 29 de janeiro de 2017, no Templo Shoshinkan, da Happy Science, em São Paulo. Em uma palestra chamada de “Como Ter Riqueza Infinita”. Que ministrada foi pelo Sr. Kazuhiro Ichikawa, o diretor internacional da organização. E na qual ele tratou dos hábitos que transformam a prosperidade em estilo de vida.
            A começar pela reflexão.
            Que deve se perpetrada em dois tempos.
            “No passado”, ao se analisar a vida pregressa como um espectador. Fazendo uma análise dos erros e acertos.
            Como o Mestre Ryuho Okawa expressa, no livro “As Leis da Invencibilidade”, ao afirmar: “Alguém que examina a situação a certa distância, e que não tem interesses investidos nela, pode perceber coisas que as pessoas envolvidas não são capazes de ver”.
            E, assim, treinar a mente para um “autoconfronto”.
            O que se dará no “futuro”.
            Numa situação que se tornará similar a que Raul Seixas cantou em “Metamorfose Ambulante” – uma balada de sua autoria, que está no álbum “Krig-Ha, Bandolo!”, de 1973 –, ao versar: “É chato chegar a um objetivo num instante / Eu quero viver essa metamorfose ambulante / Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo”.
            E, logo, ir para um momento onde, através da imaginação, se poderá reduzir o tudo ao nada. Tendo, então, o porvir como uma tela em branco; apta a ser preenchida com uma interpretação da realidade. Que será criada a partir de uma ideia de “fim” e traçada com uma concepção de “meio”.
            Como a que servil de mote para o discurso realizado, na Universidade Rice, em Houston, no Texas, em 12 de setembro de 1962, por John Kennedy.
            Quando o então presidente norte-americano disse: “Alguns nos inquiriram: ‘Por que a Lua? Por que escolher este como nosso objetivo?’ Eles também podem perguntar: ‘Por que subir a montanha mais alta?’ Por que, há 35 anos, sobrevoar o Atlântico? Por que a Universidade Rice joga contra Universidade Texas? Nós escolhemos a Lua! Nós escolhemos ir à Lua nesta década e fazer mais. Não porque seja fácil. Mas porque é difícil”.
            E que não lhe tornou o discurso árduo, pois ele não mentiu. Dado que, ao seu lado, os Estados Unidos tinham o engenheiro nazista Werner Von Braun.
            Ademais, como segundo hábito está a prática da leitura.
            Primeiro, pois o que separa a pré-história da história é a invenção da escrita. Que, graças aos sumérios, deu ao homem a chance de registrar a memória e, consequentemente, transformá-la em ciência.
            Em segundo, porque, se há um escritor, é porque há um leitor. Um receptor de informação que, em seu cérebro, decodifica os códigos compostos pelo primeiro e os reagrupa em forma de imagens. Com isso, ampliando seus campos cognitivos.
            Ao contrário do que ocorre com a TV. Que, como um PF intelectual, entrega tudo pronto e apto para uma degustação mecânica. Não exigindo que o receptador “queime a mufa”, a fim de preencher as lacunas que separam a ficção da realidade.
            Sendo que, para exercitar a cachola, é indicada a obra de Júlio Verne. Que é o autor mais importante da humanidade. Pois, em função da sua sapiência, os terráqueos deram vários saltos evolutivos (inspirados a viajar à Lua, por exemplo). E que de cuja bibliografia emergem “Viagem ao Redor da Lua”, de 1865, “Vinte Mil Léguas Submarinas”, de 1870, e “Atribulações de um Chinês na China”, de 1879.
            Agora, como terceiro hábito há a disciplina.
            Que é o método pelo qual se amplia (não no sentido vertical, mas no horizontal) o campo de atuação. Transformando a realidade alternativa em realidade ativa.
            Tanto que, no livro “Valores, Prosperidade e o Talmude”, seu autor, Larry Kahaner escreveu: “Para as mentes ocidentais, o Talmude é escrito de um modo peculiar. Devido a um protocolo de pontuação próprio, as sentenças afirmativas podem ser lidas como interrogativas, e as interrogativas, muitas vezes, podem ser lidas como afirmativas”. Ou seja, o Talmude estimula o raciocínio por meio de uma trapaça lúdica. E ele prossegue: “Os estudiosos do Talmude liam propositalmente a mesma passagem de modos diferentes para serem obrigados a interpretar o texto diferentemente”.
            Donde se conclui que discutir religiosidade com um rabino é pedir para passar vergonha.
            Pois, por meio deste exercício, a pessoa expande, organicamente, o seu repertório argumentativo.
            E, então, se dá o ensejo para o que Baltasar Gracián, em “A Arte da Prudência”, explana, ao tratar da resiliência da perfeição, quando diz: “Deve-se aperfeiçoar dia a dia. Tanto pessoal quanto profissionalmente, até se realizar por completo, repleto de dotes e qualidades”. Mais adiante, finalizando: “O homem completo – sábio na expressão, prudente nas ações – é aceito e até desejado para privar do seleto grupo dos discretos”.
            E, por fim, como quarto hábito está o bom condicionamento físico.
            Que é o que permite estabelecer uma linha de equilíbrio entre o entusiasmo do corpo e o da alma.
            Dando cacife para enfrentar o “lado negro da força”.
            Como o que Manoel Maria Barbosa du Bocage retrata no segundo quarteto e o primeiro terceto do soneto alcunhado de “Descrevendo Uma Noite Tempestuosa”: “Desfeito em furacões o vento irado / Pelos ares zunido a solta areia / O pássaro noturno, que vozeia / No agoureiro cipreste além pousado / Formam quadro terrível, mas aceito / Mas grato aos olhos meus, grato à fereza / Do ciúme, e saudade, a que ando afeito”.
            E, também, para se esbaldar durante a bem-aventurança.
            Pois de que adianta o cidadão ter a Gisele Bündchen em sua cama e não ter ânimo para abrir o zíper da calça?




Peça ao seu jornaleiro de confiança os livros da coleção “O  Sangue Derramado” e ajude a desenterrar a literatura mal-assombrada do Brasil.

 
 
 

quarta-feira, 17 de maio de 2017

MasterChef Brasil 2017 - Episódio 006

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            Numa quente noite, em 11 de março de 2017, os postulantes se depararam com a Caixa Misteriosa. Que não honrava o nome, já que continha os itens que abasteciam a geladeira de seu respectivo dono. Mas que, por meio da sorte, foram trocadas.
            E nessa, Fabrizio se estrepou. Dado que pegou a caixa de Abel.
            Abel que, na sua condição de solteiro, nem geladeira tem. E, por isso, muni o seu armário com coisas desconexas. Com as quais, quando não liga para a pizzaria, ele improvisa, a fim de não morrer de fome.
            Mas que, por sua vez, se deu bem ao pegar a de Douglas. Que era farta. E, assim, venceu, ao preparar uma barriga de porco com cogumelo, batata e cream cheese.
            Enquanto que, do lado oposto, a falta de capricho com que Natália preparou uma fraldinha com risoto de cogumelo fez Paola lhe dar a seguinte dura: “Colocar sal em alguma coisa: é salgar. Não é temperar e dar sabor”. E prosseguiu: “O sabor se constrói com muitas coisas; o alho, cebola, loro, manteiga... Sei lá! O que você quiser colocar. O sal fecha esses sabores”.
            Ademais, na Prova de Eliminação, o desafio era fazer uma sobremesa sem açúcar. O que fez vários candidatos cometerem o erro de tentar substituí-lo. Quando o correto era bolar uma receita que independa dele.
            Como não o fez Roger. Que, de tanto pensar no condimento, se esqueceu do fogo. Entregando um figo assado com calda de frutas vermelhas e farofa de amêndoas cru. E, por isso, saboreou o gosto amargo da desclassificação.










Em A FILOSOFIA DE UM ASCETA se discorre sobre a busca do MUNDO ESPIRITUAL. Ou seja, daquilo que transcende a TERCEIRA DIMENSÃO. E que, parece se distanciar da REALIDADE, por conta do que ocorre nos versos que RAUL SEIXAS tão bem cantou em EU TAMBÉM VOU RECLAMAR: “Dois problemas se misturam / A verdade do Universo / E a prestação que vai vencer”. Mas que podem se atar se, tal qual o YIN YANG, se compreender que, de um lado, cabe à CIÊNCIA cuidar das coisas da TERRA, enquanto que, do outro, a RELIGIÃO deve zelar pelos desígnios do CÉU. E, juntas, nos conduzir rumo à ETERNIDADE.




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quarta-feira, 10 de maio de 2017

MasterChef Brasil 2017 - Episódio 005 - Parte 002

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            Como dizia um “velho deitado chinês”: “Quem tem ouvido não é olvido”.
            E como disse o sommelier Maurício Rollof: “Produtos com mais peso, vinho com mais corpo”, e prosseguiu: “...produtos mais frescos, vinhos mais leves, mais doces, mais secos”. Ou seja, no caso, o vinho ditaria a temperatura do cardápio.
            Fazendo-os fazer uma entrada que harmonizasse com um espumante brut. Ao que o grupo azul respondeu com uma polenta com creme colonial; e o vermelho, com uma salada verde. Depois, com um merlot. Levando o vermelho a preparar como prato principal um frango com polenta; e o azul, um nhoque de raízes com ragu de linguiça. E, por fim, uma sobremesa que pareasse com um moscatel. A qual obteve do azul uma torta de pera; e do vermelho, uma nata com frutas vermelhas.
            Então, na Prova de Eliminação, Leonardo demonstrou também ser tão ruim de cálculo quanto de argumentação. Já que lhe dada foi a possibilidade de salvar a si ou a 02 de seus liderados. Optando pela segunda alternativa, com o papo de que o fazia com o intuito de angariar futuras alianças. Assim, explicitamente, quebrando o elo com os 07 restantes; fora os 10 do outro time.
            A partir daí, eles tiveram que preparar um arancini – onde o “C” tem som de “T” –, no estilo “supplì al telefono”. Um bolinho de risoto que, por ter um naco de queijo dentro, ao ser partido, tem seus lados ligados por um fio feito pelo laticínio.
            E, por fim, a postulante Luciana para casa voltou, com a seguinte recomendação de Fogaça: “Tempere a comida e experimente”.










Em A FILOSOFIA DE UM ASCETA se discorre sobre a busca do MUNDO ESPIRITUAL. Ou seja, daquilo que transcende a TERCEIRA DIMENSÃO. E que, parece se distanciar da REALIDADE, por conta do que ocorre nos versos que RAUL SEIXAS tão bem cantou em EU TAMBÉM VOU RECLAMAR: “Dois problemas se misturam / A verdade do Universo / E a prestação que vai vencer”. Mas que podem se atar se, tal qual o YIN YANG, se compreender que, de um lado, cabe à CIÊNCIA cuidar das coisas da TERRA, enquanto que, do outro, a RELIGIÃO deve zelar pelos desígnios do CÉU. E, juntas, nos conduzir rumo à ETERNIDADE.




https://www.clubedeautores.com.br/book/235224--A_Filosofia_de_um_Asceta#.WS7F1IWcFMs


quarta-feira, 3 de maio de 2017

MasterChef Brasil 2017 - Episódio 005 - Parte 001

http://mochileiromistico.blogspot.com.br/2015/04/coluna-gallery-museu-pele-roteiro-do.html



            Numa pacata noite, em 04 de abril de 2017, se assistiu a um capítulo que gravado foi em uma vinícola, em Bento Gonçalves. E em que os competidores divididos foram em dois grupos: o azul, encabeçado por Leonardo, e o vermelho, por Fabrizio – o vencedor da última Prova de Eliminação. Com a incumbência de preparar um almoço completo – com entrada, prato principal e sobremesa – e harmonizado com distintos vinhos para um contingente de 80 pessoas.
            E foi quando Leonardo evidenciou sua personalidade narcisista. Dado que, ao saber que um ente da sua equipe se apropriou de todos os tomates, que deveriam atender à coletividade, disse que não estava “nem aí” para os outros. Ao que se acresceu o fato de ter demonstrado crer que apenas o ato delegar faz de alguém um líder.
            Enquanto Fabrizio fez os seus jogarem como um time que aplica um mata leão tático no adversário e reza para que os pulmões dele sucumbam antes do seu muque.
            E, assim, ocorreu um fenômeno chamado de “Teoria do Tropeço”. Que se dá quando só se descobre que o cadarço está desamarrado depois de um tropicão.
            O que levou a equipe vermelha, em resposta à sabotagem, a improvisar. Com isso, elaborando um cardápio de verão.
            Enquanto que o do grupo azul foi descrito por Paola da seguinte forma: “Entrada, farinha. Prato principal, farinha. Sobremesa, farinha”. Ou seja, entupiram 80 pessoas com um rango de inverno, em um dia de calor.
            Resultado: a equipe encarnada venceu.




Em A FILOSOFIA DE UM ASCETA se discorre sobre a busca do MUNDO ESPIRITUAL. Ou seja, daquilo que transcende a TERCEIRA DIMENSÃO. E que, parece se distanciar da REALIDADE, por conta do que ocorre nos versos que RAUL SEIXAS tão bem cantou em EU TAMBÉM VOU RECLAMAR: “Dois problemas se misturam / A verdade do Universo / E a prestação que vai vencer”. Mas que podem se atar se, tal qual o YIN YANG, se compreender que, de um lado, cabe à CIÊNCIA cuidar das coisas da TERRA, enquanto que, do outro, a RELIGIÃO deve zelar pelos desígnios do CÉU. E, juntas, nos conduzir rumo à ETERNIDADE.




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CUCARACHA'S BURGER - PARTE 002

CUESTA VERDE / Jornalismo de Verdade 04 de março de 2023