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CUESTA VERDE / Jornalismo de Verdade




quarta-feira, 13 de abril de 2016

Coluna SNACK BAR - O Lado B da Humanidade: CINE ARTE POSTO 4: INTOCÁVEIS




            Ainda na primavera de 2012, o Cine Arte Posto 4 exibiu “Intocáveis”. Uma película francesa que foi lançada em 2011 e é dirigida por Eric Toledano e Olivier Nakache. E que tem como protagonista, no papel de Philippe, François Cluzet – que, como Max Cantara, roubou a cena em “Até a Eternidade”.
            Todavia, nela se vê o desenvolvimento do conceito de parceria.
            “Parceria” que é uma variação de “partiariu”; um termo latino que pode ser definido como “parte de algo”.
            Como parte da sociedade moderna, em um exemplo. Que, de forma orgânica, funciona através de um sistema em que o que é excedente é eliminado e é agregado aquilo que é conveniente. Com tudo, em uma “sinapse monetária”, se conectando por meio do poder econômico. Cuja sustentação está nas cátedras. As quais se dividem em “humanas” e “exatas”.
            Dois pilares que, às vezes, se cruzam em prol de uma meta.
            De um fim que tem fim, quando um, ou dois, dos envolvidos não detém o domínio de sua função. Gerando, assim, um choque de personalidades. Pois toda parceria precisa de uma autossuficiência em comum.
            Tanto que Sun Tzu diz: “O exército está em desordem quando o general é moralmente fraco e sua disciplina não é rigorosa; suas instruções e orientações não são iluminadas; não há regras consistentes para guiar os oficiais e homens; e as formações são relaxadas”.






Todavia, há um ditado que afirma o seguinte: "a boa mulher é aquela que perdeu a virgindade e manteve a classe". Contudo, como é possível manter a "classe" se se cultua o axioma que prega que "o aspecto proveitoso da fidelidade é que ela comprova o quão prazerosa é a promiscuidade"? Simples: criando uma sociedade paralela. Em que a distorção social transforma a fraqueza em virtude.
Assim, um grupo de misses embarcou em uma cruzada contra a real razão de seu fracasso: a competência alheia. E se deparou com o sucesso da incompetência: ou seja, o acaso.
 
A Quadrilha das Misses Assassinas*
(*disponível nas melhores bancas e livrarias)

http://www.clubedeautores.com.br/book/124263--A_Quadrilha_das_Misses_Assassinas

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Coluna Luiz Carlos Alborghetti: VIGILÂNCIA DE BAIRRO – PARTE 02: RECRUTAR VOLUNTÁRIOS

            “Todavia, ao receber manifestações de reconhecimento pelo trabalho que fizeram, algumas pessoas não só acham natural como esperam mais elogios”, é o que consta no livro “O Ponto de Partida da Felicidade”, de Ryuho Okawa.
            E é com base neste argumento que qualquer pessoa que aderir ao programa de vigilância de bairro deve agir. A fim de que as ações se concentrem dentro do campo externo – de combate ao crime – e distante do interno – que é a disputa pelo poder.
            Para, então, dar sequência à edificação do primeiro pilar. Que consiste em recrutar voluntários. Os quais devem estar entre os moradores, comerciantes, prestadores de serviço e todo aquele que tem um vínculo com o bairro.
            E, depois, estabelecer uma agenda pontuada por reuniões periódicas.
            Valendo-se, para tal, da mídia local, das redes sociais e do boca a boca para espalhar a notícia de que essa sociedade foi criada.
            Então, há de se recolher os dados da Secretaria de Segurança, reportagens (mesmo que da mídia chapa-branca – afinal, os amigos dos comunistas são nossos inimigos), o relato de vítimas, de testemunhas, a opinião da polícia e dos agregados e colocar essa informação no quadro branco. Cruzá-la e identificar padrões. Para, por fim, se estipular um ranking da delinquência. A fim de saber se se priorizará, por exemplo, o combate ao latrocínio, à invasão de residências ou o roubo de carros.
            E, a partir daí, definir a estratégia de ação. Cujo êxito dependerá, exclusivamente, da disciplina de cada membro.



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quarta-feira, 23 de março de 2016

Coluna SNACK BAR - O Lado B da Humanidade: NEUROMANCER, A MATRIZ DE MATRIX

            Em 1984, o autor norte-americano William Gibson publicou “Neuromancer”. O primeiro livro da sua afamada “Trilogia do Sprawl”. Ao qual se somam “Count Zero”, de 1986, e “Mona Lisa Overdrive”, de 1988. E que serviu de matéria-prima para outra tríade. Uma franquia cinematográfica em que cada película foi dirigida pelas irmãs Wachowski. Com “Matrix”, em 1999, “Matrix Reloaded”, em 2003, e “Matrix Revolutions”, também, no mesmo ano.
            Ademais, em 1991, no Brasil, o romance foi lançado pela “Editora Aleph”. Trazendo a concepção tecnológica do “Universo” de Gibson para a língua portuguesa. Um “Universo” mascarado pela metafórica égide de um conceito que foi anglicizado pelo nome de “Cyberpunk”. Posto que, nele, o “Plano Astral” é representado pela “Matrix”; enquanto a cidade de “Chiba” equivale a um aspecto decadente do “Plano Material”. Como uma versão pós-moderna da “Rua Santa Efigênia”. Onde, por um aprazível preço, se tem acesso ao que há de mais sofisticado.
            Todavia, em estado mundano, o humano é definido por Samael Aun Weor como uma “máquina adormecida”. Atado a um estágio em que, como, certa vez, exemplificou Rav Ashlag, seus desejos não se diferem dos de outros animais. O que, na cisão entre fracos e fortes, gerou o termo “massa de manobra”. Que discrimina um adestramento coletivo. Em que se faz o escambo entre uma ação e um agrado.
            Fomentando uma confusa fusão entre “ideal” e “sonho”. Ao se injetar na solidez da ideia as fraquezas concernentes à instabilidade dos devaneios psíquicos que peregrinam pelo pensamento de quem dorme.
            Logo, a “Matéria” se torna o asilo de entidades que abdicam da polivalência de uma existência alienígena em prol da ambivalência terrena.
            Doravante, no “Evangelho Segundo o Espiritismo”, que, em 1864, foi escrito por Allan Kardec, há uma análise da frase seguinte: “Há muitas moradas na casa de meu Pai”. Um período atribuído à “Fábula de Cristo”. E que trata do que Kardec nomina de “Diferentes Estados da Alma na Erraticidade”. Cuja conclusão é a de que a “casa de Deus” é o “Universo”. Não havendo, por tanto, meios para se afastar ou se afeiçoar à Divindade. Mas sim, de vibrar em uma frequência que permita o acesso a outras “dependências” do cosmo.
            Por isso é que Case – o protagonista da trama – atua como uma espécie de “médium ‘high tech’”. Abrindo os portais do “Ciberespaço”. E, assim, captando experiências que tendem a fortalecer àquele que se disponha a assimilá-las, e sobreviver com mais conforto. Para, então, ascender a outro nível de existência. Não se condenando a reiniciar tudo a toda vez que o jogo gora. Como o prisioneiro de um perpétuo pesadelo.

















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quarta-feira, 9 de março de 2016

Coluna Rio Sanzu: ASCENDENDO À LUZ

            A ideia de revolução foi tão afetada durante o transcurso da história, que se desprendeu de seu caráter etimológico. Posto que, nesse interim, simplesmente, passou-se a ignorar o prefixo “re” – referente ao ato de ir para trás – e, consequentemente, todo o restante do vocábulo. Que, no seu sentido literal, consiste em regressar ao ponto zero e dar início a uma nova evolução.
            O que, na prática, não se resolve com uma mera mudança de linguagem. E sim, com uma assimilação de novos códigos, que levem o cidadão a uma autossuficiência existencial.
            Sendo que, para tal, no livro “O Ponto de Partida da Felicidade”, que foi publicado em 2000, o Mestre Ryuho Okawa, seu autor, trata das diretrizes da revolução pessoal. Que induzem o leitor a retroceder ao exato momento da concepção e extirpar os monstros que foram agregados ao seu inconsciente, durante o correr da vida, ao instigá-lo a estabelecer como referência os momentos de graça; e não, de desgraça.
            E, assim, com uma mente organizada, tornar a vida mais agradável.
            Como é observado na canção “Um Messias Indeciso”, do álbum “Metrô Linha 743”, de 1984. Em que, no tema de autoria de Raul e Kika Seixas, são narradas as peripécias de um ungido. Que, ao ser inquirido quanto ao segredo da vida, responde: “Destino é a gente que faz / Quem faz o destino é a gente / Na mente de quem for capaz”.
            Estipulando, assim, que o ensejo para se dominar os desejos está em estabelecer uma harmonia entre os planos astral e material.
            Por fim, despertando o conceito de transcendência.
            Que é destrinchado pelo filósofo Olavo de Carvalho no artigo “Meditação e Consciência”, que publicado foi no jornal “Diário do Comércio”, em 29 de setembro de 2014. Quando ele diz que: “Por atividade espiritual entendo a meditação solitária em que a consciência toma posse de si mesma como autocriação e liberdade que luta para realizar-se no mundo espaçotemporal e aí encontra, ao mesmo tempo, seus obstáculos e instrumentos”.
            A qual, então, se concretizará naquilo que outrora Claudio Coutinho, durante o seu período como técnico de futebol, chamou de “ponto futuro” – que, no caso, se trata do lugar em que o jogador e a bola, então, alçada por outro, se encontram, no desfecho de uma jogada.
            Pois, no momento em que o tempo se cruza com o espaço, se dá vazão ao evento.
            Desenhando-se, desse modo, o mapa do universo.
            Como ocorre quando se atravessa a hora zero do dia primeiro de janeiro com a cidade de Santos. E se conclui que, em virtude dos festejos inerentes à virada de ano, acontecerá uma queima de fogos de artifício na praia.
            O que, até a sua realização, não passará de uma abstração.
            De uma manifestação de fé.
            Como consta em Hebreus 11:1: “A fé é o fundamento da esperança, é uma certeza a respeito do que não se vê”.
            E, a partir daí, seguir não para a criação de uma realidade alternativa. Mas para o ponto em que se oferece uma alternativa à realidade.
            O que vingará assim que se entender que o universo funciona por meio de um moto-contínuo energético.
            Dado que, desde a hora zero, se recebe energia de modo direto e indireto. E, assim, deve-se passá-la para frente, com o fim de que não se estagne.
            Por meio do que o Mestre Okawa chama de “amor que se dá” o fazendo.
            O que, de forma direta, se perpetra ao elevar a qualidade de vida. Buscando a eficiência e a excelência nos campos das relações pessoal e profissional.
            Enquanto que a via indireta é o ponto de partida para as grandes transformações. Já que é o meio em que não se incorre no risco de desperdiçá-la, ao se confrontar com o livre arbítrio alheio.
            Assim, se alcançando os limites do que consta no livro “Valores, Prosperidade e o Talmud”, de 2003. Em que Larry Kahaner, seu autor, os salienta ao transcrever a seguinte máxima do Rabi Elazar ben Azaryah: “Onde não há dinheiro, não há aprendizado”. Prosseguindo, ao escrever: “... se as pessoas não estão de barriga cheia, não podem estudar, crescer espiritualmente e praticar boas ações...” E finaliza com : “... o objetivo último do dinheiro é tornar a comunidade mais próspera, fornecer empregos e permitir às pessoas crescer e atingir todo o seu potencial”.
            Chegando, então, à outra questão que o Mestre Okawa levanta: “Qual é a intensidade da luz que você emite?”
            Ao que, involuntariamente, Steve Jobs respondeu, em 2005, durante uma palestra que proferiu na Universidade de Stanford, na Califórnia. Em que se relembrou do curso de caligrafia que frequentou na Reed College, em Portland, no Oregon, dizendo: “Eu aprendi sobre caracteres com e sem serifa, sobre a variação de espaço entre diferentes combinações de letras...” Para, depois, explicar sobre como esse conhecimento veio a intervir no futuro seu e da humanidade, ao proferir: “Se eu nunca tivesse entrado naquele simples curso da faculdade, o Mac nunca teria múltiplos tamanhos de letra ou fontes proporcionalmente espaçadas. E já que o Windows copiou o Mac, provavelmente, nenhum computador pessoal teria”.







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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Coluna Swinging London: CALVÁRIO (Relembrando Brian Jones)

            Infelizmente, o calendário
            Virou um calvário / Que lhe amargou
            E sua prenhez torpe tornou-se
            Quando atrelou-se / E se afastou
            Da promessa do guitarrista
            De fala arisca / De retornar
            Fazendo com que um calafrio
            Lhe ferisse o brio / Ao esperar           

            As madeixas bem trançava
            E, então, franjava / Com bel prazer
            Enquanto cobria seus joelhos
            De fios vermelhos / Só pra ele ver           

            Sempre que ligava seu rádio
            Tinha um presságio / Ao reparar
            Que ele não tocava para ela
            Como o fizera / Ao pontear
            Quando ela era uma adolescente
            Muito carente / A derreter
            E no vazio do seu casebre
            Sentiu uma forte febre / A lhe ferver           

            As madeixas bem trançava
            E, então, franjava / Com bel prazer
            Enquanto cobria seus joelhos
            De fios vermelhos / Só pra ele ver           

            Quando despertou de seu sono
            Se viu sem dono / Sem poder crer
            Que com o bravo guitarrista
            De ego niilista / E algum saber
            Sob o penteado amarelo
            Perdera seu elo / O resplendor
            E rezou para que outro embuste
            Então não custe / Um novo amor           

            As madeixas bem trançava
            E, então, franjava / Com bel prazer
            Enquanto cobria seus joelhos
            De fios vermelhos / Só pra ele ver







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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Coluna SNACK BAR - O Lado B da Humanidade: MUSEU PELÉ (A Fórmula do Fiasco)

            Situado no Largo Marquês de Monte Alegre, no Valongo, em Santos, está o Museu Pelé. Um empreendimento que faz da ode ao cujo uma elegia ao fracasso. Já que não investe em marketing, segundo alguns desinformados. Que não sabem que deve se suster sobre um tripé composto de início, meio e fim – propaganda, produto e proveito.
            E é, literalmente, pelo “meio” que é gretado. Pois só se resume a um resumo.
            Tanto que exibe uma placa referente a um performático gol que Pelé marcou durante o jogo em que o Santos venceu o Fluminense por 1 a 3, no Maracanã, em 1961, e não faz uma menção ao seu idealizador, o jornalista Joelmir Beting.
            Tudo porque na sua concepção não há resposta à questão: “Quem é o Pelé?”
            Ora que se vale de um material manjado. Tanto na exposição temporária – como a do verão de 2015: “Quatro Copas e um Rei” – como na da parte dedicada à sua “linha do tempo”. A qual faz uma breve citação das suas incursões musicais. Mas ignora, por exemplo, a canção “Cidade Grande” – uma composição de sua autoria que fez sucesso na voz de Jair Rodrigues. Ou trata, sequer, dos filmes que participou. Como o “Fuga para a Vitória” – que foi lançado em 1981, sob a direção de John Huston.
            Quando, com um conteúdo iconográfico garimpado de coleções particulares, poderia munir seu acervo com itens raros e até de ordem sazonal. E, aí sim, fazer um marketing destinado a instigar o público a comparecer ao museu em determinadas datas.
            Nas quais, se faria uma parceria com a Estação Bistrô, que fica em frente ao museu, para que tenha pratos inspirados nos que Pelé provou, em tais momentos.






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quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Coluna Manuel Maria Barbosa du Bocage: BALADA DOS SUINGUEIROS

            Nessa casa, não há horário
            Ninguém é celibatário
            Na penumbra, não há nome
            Ninguém tem sobrenome
            Não há passado ou presente
            O futuro está ausente
            E, em um instante de euforia
            Por trinta centímetros de alegria
            Ela largou quinze centímetros
            Da mais pura paixão
            Com antecedência, avisando:
            “Sexo é com o outro
            Amor é só contigo
            Sexo é com a outra
            Gozar, é só comigo”
           
            Nessa noite, tudo é aderente
            Toda mão é bem quente
            No buchicho, sobra palavrão
            Toda boca tem um jargão
            Há uma obscenidade à beça
            Que orbita em cada cabeça
            E, na crença do ardor
            Ele abre mão do seu amor
            Por quatrocentos mililitros
            Da mais vera devassidão
            Com antecedência, alertando:
            “Amor, some daqui
            Porque, aqui, é certo
            Me deleito com aquela
            Que estiver por perto”

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Coluna GALLERY: MINISSAIA (Roteiro do Reclame que Ninguém Viu)

INT – IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA, EM SANTOS – DIA

FADE IN

Soam os acordes iniciais da Marcha Nupcial, de Felix Mendelssohn.

Pelos vitrais da igreja a luz do dia entra. E se soma à iluminação interna. Refletindo nos ornatos de prata, que dão brilho aos fraques negros dos homens que ali estão. Também incidindo nas pedrarias das mulheres, que se cobrem com vestidos perolados.

Aos poucos, a música se estingue.

Enquanto os presentes vão sendo desfocados, à medida que a NOIVA, o NOIVO e o PADRE são destacados. Sendo que a NOIVA, com um sorriso caricatural e um olhar lascivo, olha ora para o NOIVO e ora para o PADRE.

                                                           PADRE
                        Você aceita este homem? Seja na saúde ou
                        na doença? Na potência ou na impotência? 
                        E mesmo diante de uma minissaia?

Quando a atenção de todos, com exceção da NOIVA, que queima de ódio, ao observar o NOIVO, em concordância com o PADRE, se voltam para a MADRINHA. Que, com a inocência de quem pensa que a genitália só serve para as atividades fisiológicas, exibe as tatuagens que lhe adornam a coxa, ao usar uma pornográfica minissaia da US TOP.

FADE OUT

FADE IN

Letreiro: Minissaia

                                                           NARRAÇÃO
                        Minissaia.

Logomarca da US TOP

                                                           NARRAÇÃO
                        US TOP

Letreiro: Porque eles merecem.

                                                           NARRAÇÃO

                        Porque eles merecem.



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CUCARACHA'S BURGER - PARTE 002

CUESTA VERDE / Jornalismo de Verdade 04 de março de 2023