Reclame 001

CUESTA VERDE / Jornalismo de Verdade




quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

MasterChef Brasil 2017 - Episódio 024 - Parte 002

http://mochileiromistico.blogspot.com.br/2015/04/coluna-gallery-museu-pele-roteiro-do.html



            Em 2015, após cozinharem em food trucks, no Museu do Ipiranga, os integrantes do grupo vencedor tiveram que salvar um elemento de cada time perdedor. E, então, Raul convenceu Jiang e Isabel a salvar Fernando. O qual afirmaria ter um acordo com o outro para rachar o prêmio. E, ante suas derrotas, se uniram no projeto “Nois Moscada”.
            Fora isso, Deborah, que é porca por natureza, na hora de defumar o rango, jogou papel queimado sobre o arroz. Só não indo além, porque Jacquin a alertou sobre a existência de um troço chamado maçarico. Enquanto Michele quase matou Paola de aflição, ao cortar o limão usando como apoio a própria mão.
            Ademais, Michele errou o ponto da carne. Que, segundo Paola, estava bleu.
            Deborah, como observou Jacquin, não conseguiu atingir a leveza do original.
            E Fogaça detectou um desacerto, por parte de Valter, no ponto do polvo.
            Por fim, por aproximação, Deborah se qualificou para a final.
            Então, na Prova de Eliminação, o duo preparou um “terrine en croûte (ou vaso com crosta)”, que Jacquin disse se chamar “pâté en croûte (um recheio com crosta)”. Pois terrine significa terrina. E mais um prato que se harmonizasse com ele.
            No fim, Michele venceu com um “terrine de costela suína e bacon, com champignon, pistache e ervas frescas” e um legítimo prato MasterChef: um “ragu de pato envolto em repolho, com legumes ‘confitados’ e telha de batata”.
            Enquanto Valter, que, novamente, se escondeu atrás da carne, ganhou o direito de assistir à final do mezanino, em companhia de Mirian.



Em A FILOSOFIA DE UM ASCETA se discorre sobre a busca do MUNDO ESPIRITUAL. Ou seja, daquilo que transcende a TERCEIRA DIMENSÃO. E que, parece se distanciar da REALIDADE, por conta do que ocorre nos versos que RAUL SEIXAS tão bem cantou em EU TAMBÉM VOU RECLAMAR: “Dois problemas se misturam / A verdade do Universo / E a prestação que vai vencer”. Mas que podem se atar se, tal qual o YIN YANG, se compreender que, de um lado, cabe à CIÊNCIA cuidar das coisas da TERRA, enquanto que, do outro, a RELIGIÃO deve zelar pelos desígnios do CÉU. E, juntas, nos conduzir rumo à ETERNIDADE.




https://www.clubedeautores.com.br/book/235224--A_Filosofia_de_um_Asceta#.WS7F1IWcFMs

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

MasterChef Brasil 2017 - Episódio 024 - Parte 001

http://mochileiromistico.blogspot.com.br/2015/04/coluna-gallery-museu-pele-roteiro-do.html



            Na noite de 15 de agosto de 2017, tiveram os postulantes que replicar os pratos criados pelos 03 campeões do MasterChef.
            Sendo que o “filet mignon com couve-flor rôti e purê cítrico” era o de Elisa Fernandes, a campeã de 2014.
            O “ravióli de pupunha com abóbora defumada ao molho de cogumelos selvagens” era o de Izabel Alvares, a de 2015.
            E o de Leonardo Young, o campeão de 2016, era um “polvo grelhado com arroz vermelho e emulsão de hortelã”.
            Então, por ter mais vitórias, Valter optou pela receita de Leonardo, Deborah escolheu a de Izabel e Michele ficou com a de Elisa.
            Todavia, durante o correr do processo, Leonardo aconselhou Valter a utilizar vinho branco para fazer o arroz vermelho na pressão. Tendo, para tal, que pedi-lo para Deborah. O que levou Jacquin a perguntar: “Valter, na hora dessa competição, será que ela empresta para você?”
            “Empresta”, com convicção ele respondeu.
            Correspondido sendo por ela.
            Ao contrário da atitude que ela teve em relação a Mirian, durante a cocção do magret de pato.
            E ela daria qualquer coisa que ele lhe pedisse.
            Pois ocorrem coisas que as câmeras não captam.



Em A FILOSOFIA DE UM ASCETA se discorre sobre a busca do MUNDO ESPIRITUAL. Ou seja, daquilo que transcende a TERCEIRA DIMENSÃO. E que, parece se distanciar da REALIDADE, por conta do que ocorre nos versos que RAUL SEIXAS tão bem cantou em EU TAMBÉM VOU RECLAMAR: “Dois problemas se misturam / A verdade do Universo / E a prestação que vai vencer”. Mas que podem se atar se, tal qual o YIN YANG, se compreender que, de um lado, cabe à CIÊNCIA cuidar das coisas da TERRA, enquanto que, do outro, a RELIGIÃO deve zelar pelos desígnios do CÉU. E, juntas, nos conduzir rumo à ETERNIDADE.




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quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Coluna Rio Sanzu: O MUNDO ESPIRITUAL E OS MILAGRES

            Na tarde de quinta, no dia 02 de fevereiro de 2018, no templo da Happy Science, em Santos, exibida foi a palestra, ministrada em 2011, em que o Mestre Ryuho Okawa tratou do mundo espiritual e os milagres. Dizendo, em um trecho, que vários milagres têm como fio condutor a água.
            Como quando Moisés abriu o Mar Vermelho.
            O que perpetrou porque, por ter crescido como membro da realeza egípcia, teve acesso, por meio das ciências (ditas, hoje) ocultas, ao conhecimento que, em 1999, o Doutor Masaru Emoto revelou por meio do livro “Mensagem da Água”.
            Em que submeteu algumas onças de água a emanações energéticas – como palavras, sons e pensamentos – e fotografou a reação de suas moléculas. Que, em decorrência do teor da informação, adquiriam um determinado padrão de cristalização.
            Em seguida, falou da lenda de Osíris. O qual foi esquartejado por Tifon, seu irmão, em 14 pedaços. Dos quais, 13 recuperados foram por Ísis, sua esposa. Que, com o acréscimo de uma reprodução da faltante, o reconstruiu, enfaixou enterrou em Fíloe.
            Então, segundo o Mestre Okawa, os alienígenas oriundos de Vega, a estrela mais brilhante da constelação de Lira, – e donos de uma tecnologia mil vezes mais avançada do que a terrícola – o ressuscitaram.
            Criando, assim, o conceito de mumificação. Em que o corpo era desidratado e enfaixado, com o fim de ser preservado, até que desenvolvida fosse uma tecnologia capaz de reidratá-lo e trazê-lo, de volta, à vida.



Mensagem da Água
2002



Em A FILOSOFIA DE UM ASCETA se discorre sobre a busca do MUNDO ESPIRITUAL. Ou seja, daquilo que transcende a TERCEIRA DIMENSÃO. E que, parece se distanciar da REALIDADE, por conta do que ocorre nos versos que RAUL SEIXAS tão bem cantou em EU TAMBÉM VOU RECLAMAR: “Dois problemas se misturam / A verdade do Universo / E a prestação que vai vencer”. Mas que podem se atar se, tal qual o YIN YANG, se compreender que, de um lado, cabe à CIÊNCIA cuidar das coisas da TERRA, enquanto que, do outro, a RELIGIÃO deve zelar pelos desígnios do CÉU. E, juntas, nos conduzir rumo à ETERNIDADE.




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quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

O GARANHÃO DA INTERNET

            Em seu quarto, Jerônimo Jacmel entrou. E, se valendo da luz proveniente da sala, não colidiu com obstáculo algum. Como a quina da cama, a bola e o gato. Alcançando, assim, a mesa. Onde colocou um prato com sanduíche de jamon, que sua mãe lhe prepara, e uma lata com cerveja. Então, acendeu a luminária, que ficava ao lado do computador, e colocou uma carteira azul de cigarros e um isqueiro junto a ela. Depois, fechou e porta, ligou o ventilador de pedestal e abriu a janela guilhotina. Salgando os pulmões com o forte cheiro da maresia. Sem mais, despiu-se; ficando apenas de samba-canção. Então, da sua carteira de Natural American Spirit um cigarro tirou, pegou o isqueiro, voltou para junto da janela e o acendeu.
            Quando, no apartamento do prédio ao lado, então, uma chama surgiu. Dando forma às delicadas extremidades de um rosto e a um razoável par de seios.
            Ademais, Jerônimo foi até um pôster, em que o Neto comemorava um gol, acendeu a vela de um candelabro, que estava sobre um piano de parede, e, telepaticamente, enviou bons pensamentos para seu ídolo de infância. Em seguida, pegou o cinzeiro de cobre, que estava ao lado do candelabro, e o levou à mesa. Junto à qual se sentou. Ligou o computador, acessou a internet e, com o apelido de “Rapagão 25”, entrou em uma sala de bate-papo. Onde interagiu com algumas mulheres, até se entrosar com a “Mestiça Ninfa”.
            Com a qual trocou uma ideia, até ser questionado sobre o que teria a oferecer a uma fêmea.
            Dando o termo “enorme coração” como resposta.
            O que ela julgou, a priori, se tratar apenas de um depoimento.
            Até que ele disse que procurava por uma mulher que pudesse abrigá-lo.
            Que ela retrucou com sarcasmo.
            Mas ele desconversou.
            E, a fim de saber qual era a dele, ela resolveu ser agressiva e perguntou se, por acaso, estaria teclando ela com o “garanhão da internet”.
            O que ele negou. Posto que era virgem. E pretendia continuar sendo, até o fim de seus dias. Visto que tinha o receio de entrar em uma vulva e se machucar.
            Todavia, a “encasquetando”.
            Logo, com o fim de entendê-lo, pediu para dialogar com ele por telefone.
            E, assim, como Gao ela se identificou. Uma sino-brasileira que, aos 28 anos, vivia da odontologia. Era boa de papo, solteira e sem namorado – devido a uma razão não aparente.
            Ademais, em uma conversa que se estendeu pela madrugada, ela não conseguiu crer que um jovem de 18 anos, estudante de letras, tão bem culto e articulado não tenha cultivado um relacionamento completo com uma mulher de verdade. E, por isso, pediu para confrontá-lo em um lugar público.
            Para tal, sendo eleita a Praça Vicente de Carvalho, em São Vicente.
            Dado que, na Praça Vicente de Carvalho, através de uma gigantesca ação de marketing, a cervejaria Frydenlund promovia sua marca. Aproveitando o ensejo da Oktoberfest para fechar o triângulo formado pelas ruas Pero Vaz de Caminha, Doutor Júlio Prestes e a que, por não ter nome, algum pilantra batizou de Amanda Angorá e cercá-la com várias barracas. Algumas, comercializando roupas folclóricas, outras, acepipes da culinária alemã, e, muitas, se dedicando, exclusivamente, à venda de cerveja. E, todas, alimentando o “biergarten” que a praça sediava. Com loiras lindas e peitudas – cada qual trajada com seu devido “dirndlewand” – conduzindo canecas com litros e litros de “suco de cevada” para as grandes mesas de madeira, onde os “bebuns” “manguaceavam” sem parar.
            Para que se reconhecessem, Jerônimo vestiu uma calça de brim azul e uma camisa US Top vermelha. E Gao utilizou um penteado inspirado no que Audrey Hepburn, no papel de Holly Golightly, usou na película “Bonequinha de Luxo” e um vestido negro – que era fechado, pelos flancos, com grandes botões; e cuja saia larga a ajudaria a lidar com os efeitos colaterais da cerveja.
            Todavia, o duo se sentou em uma mesa periférica e pediu duas canecas com cerveja de trigo e uma porção de lascas de joelho de porco e batata bolinha.
            Durante o correr da noite, entre um gole e outro, o papo passou por vários estágios. Começando animado; com ele falando de que gostava de passar suas tardes de sábado na Praia do Embaré. Então, se tornou sério; com ela dizendo que tinha insônia. Posteriormente, ficou sereno; com ele recomendando uma massagem. E sinistro; com ela querendo saber da sua aversão ao sexo.
            Que Jacmel esclareceu, ao dizer que o coito não lhe causava asco. Até porque gostava de se masturbar. Acrescentando que o imbróglio estava na anatomia da mulher. Com exceção dos peitos e da bunda. Que lhe serviam como uma farta fonte de inspiração. E sim, na vagina. A qual lhe era feia, fedida e peluda. Como se alguém tivesse lhe arrancado a pica e deixado os restos do escroto. Um esgoto! Que lhe suscitava o receio de entrar e se estrepar.
            Provocando o riso de Gao. Com a consequente explanação, com um tom um tanto jocoso, em que discorreu sobre o fato de que a boceta não mordia.
            Entretanto, Jacmel deixou claro que não tinha a intenção menor de saber se ela possuía dentes ou não. E que, com o debate se tornara constrangedor, pagaria a conta e iria embora.
            Na noite seguinte, Jerônimo estava diante da janela do seu quarto. Como sempre, salgando seus pulmões com a maresia. E o cigarro, então, acendeu.
            Logo, na janela do prédio ao lado, o manto da escuridão foi rasgado por uma pequena labareda.
            Depois, pôs fogo na vela do candelabro, enviou boas ideias ao Neto, pegou o cinzeiro e se sentou na frente do computador. O ligou, acessou a internet e entrou na sala de bate-papo. Onde, imediatamente, da Mestiça Ninfa recebeu a mensagem que dizia: “espere”.
            E o telefone tocou.
            Ao atendê-lo, ouviu de Gao um longo monólogo. Em que ela externou toda sua preocupação com a saúde psicológica dele. Disposta estando a ofertar-lhe o corpo, com o fim de ajudá-lo.
            Porém, ele declinou.
            No outro dia, então, com o intuito de apreciar umas bundas, Jerônimo foi à Praia do Embaré. Ficando sempre de olho nas mulheres que tinham filhos. Pois, a toda hora, tinha uma se agachando para dar alguma assistência ao rebento.
            Quando um “ei” chamou sua atenção de volta para a realidade. Que era tão apetitosa quanto a paisagem.
            Até porque, para quem olhava de longe, ela a ela se fundia.
            Pois, nela, Gao trajava (ou escondia nas cavidades do corpo) um minúsculo biquíni vermelho.
            E, da esteira onde estava sentada, pediu para que Jerônimo lhe cobrisse com o protetor solar. Deitando-se de bruços, a fim de dissuadi-lo de qualquer tentativa de fugir da missão.
            O que funcionou.
            E, assim, ele se entreteve com o entretenimento dela. Ao lhe esfregar até as reentrâncias em que o Sol não batia.
            Então, ela se virou e o deixou, inicialmente, lhe apalpar os seios. Em seguida, a barriga. E, por fim, lhe deslizar a mão por baixo da calcinha.
            Em um trajeto em que sentiu que os pelos, recém-aparados, estavam encharcados de algo mais do que suor.
            Sendo que, em resposta, Gao segurou a ereção que inflava a sunga de Jerônimo. Entendendo, finalmente, a razão de ele utilizar o número 25 em seu apelido de internet. E, por fim, pediu para que ele a levasse para casa dela.
            Lá, o duo desfrutou de um refrescante momento de intimidade, sob a paz de uma gostosa ducha.
            Depois, foram para a cama.
            Que se tornou o palco de Gao.
            A qual se arreganhou toda para ele.
            Que, como um cruzado pornô, apontou a pica para a vagina dela e, como um cabaço, não conseguiu atacar.
            Porém, ela não era de se dar por vencida. Por isso, o fez se deitar e montou na ereção dele. Que ainda estava latente. E, com a boceta, mascou o membro de Jerônimo.
            Até que, enfim, com deleite, ele conseguiu ejacular.
            Então, ela se deitou e, em companhia dele, tirou um saudável sono.
            E, um tempo depois, se vestiram e recuperaram as forças com um pudim de leite em pó, que ela tinha na geladeira.
            Consequentemente, disse-lhe Gao que estava feliz com a conquista dele. Mas que ele não poderia depender do empenho dela para sempre. Portanto, seria melhor que não mais se encontrassem.
            Ao que ele consentiu.
            Por fim, Jerônimo deixou o prédio em que Gao morava e avistou o véu dourado que o Sol de fim de tarde jogava sobre a Praia do Gonzaga.
            Então, atravessou a rua.
            E, assim que pisou no passeio, se deparou com um amigo que o procurava, para jogarem um futebol. Contudo, Jerônimo o convidou para beber um chope. Já que carecia de se hidratar. Pois acabara de enganar outra otária.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Coluna Rio Sanzu: A FORÇA PARA PROPAGAR O AMOR – PARTE 02 – (O ANJO E A ESCURIDÃO)

            No domingo, dia 21 de janeiro de 2018, durante o tradicional “Culto de Gratidão”, no templo da Happy Science, em Santos, mais 02 trechos exibidos foram da palestra, que fora realizada no Makuhari Messe – um centro de convenções da cidade de Chiba, no Japão –, em que o Mestre Ryuho Okawa falou da força para propagar o amor.
            Inicialmente, tratando da principal qualidade de um “bosatsu”. Que é ser um arauto da verdade. Dado que é o equivalente nipônico do “anjo”. O qual é uma espécie de “mensageiro”.
            Todavia, dizendo que qualquer pessoa pode encarná-lo.
            Contanto que não esteja adormecida.
            Posto que o “sono” é um conceito em que um ente se enquadra ao se esconder atrás de uma realidade subjetiva. Onde a escassez de um suposto talento é tida como um obstáculo. Como a falta de fama, de glória ou de uma bala de hortelã.
            Tanto que Schopenhauer disse: “... se a individualidade é de má qualidade, então todos os deleites são como vinhos deliciosos numa boca impregnada de fel”.
            Depois, o Mestre Okawa lidou com o teor da mensagem. De que o universo não é composto por coisas visíveis. Que, na 03ª dimensão, são apenas percebidas pelos 05 sentidos. Havendo, assim, uma grande perda de informação.
            Que só pode ser recuperada pelo 06º sentido: o “coração”.
            Pois, como ressaltou Jorge Luis Borges: “Os poetas, como os cegos, podem ver na escuridão”.



Em A FILOSOFIA DE UM ASCETA se discorre sobre a busca do MUNDO ESPIRITUAL. Ou seja, daquilo que transcende a TERCEIRA DIMENSÃO. E que, parece se distanciar da REALIDADE, por conta do que ocorre nos versos que RAUL SEIXAS tão bem cantou em EU TAMBÉM VOU RECLAMAR: “Dois problemas se misturam / A verdade do Universo / E a prestação que vai vencer”. Mas que podem se atar se, tal qual o YIN YANG, se compreender que, de um lado, cabe à CIÊNCIA cuidar das coisas da TERRA, enquanto que, do outro, a RELIGIÃO deve zelar pelos desígnios do CÉU. E, juntas, nos conduzir rumo à ETERNIDADE.




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quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

MasterChef Brasil 2017 - Episódio 023 - Parte 002

http://mochileiromistico.blogspot.com.br/2015/04/coluna-gallery-museu-pele-roteiro-do.html



            “Agora chegou a vez, vou cantar / Mulher brasileira em primeiro lugar” – que Benito di Paula lançou, no álbum “Brasil Som 75”, em 1975 –, todo macho brasileiro cantou, ao imaginar que na sua cozinha cozinha uma morena gostosa; trajada única e exclusivamente com um avental branco.
            Tudo porque Michele, ao preparar um “ravióli de cacau recheado com camarão, com molho bisque e espuma de manga”, como uma típica moça dos trópicos, divertiu a banca mais com as tentativas infrutíferas de fechar um processador do que com sua habilidade culinária.
            Contudo, o tesão não foi para frente. Já que, enquanto preparava uma “lagosta grelhada, com farofa de castanha de caju, fettuccine ao molho pesto e tomate confit”, Deborah ficou falando em fundar uma “farofaria” em São Paulo. Ou seja, um boteco especializado em farofa.
            Mas como protagonista ou acompanhamento? Se acompanhamento, porque “farofaria”? E, se protagonista, ela não deveria levar negócio para a Bahia?
            Por fim, Valter se qualificou para a semifinal.
            Então, na Prova de Eliminação, o excedente teve que preparar um “Tournedo Rossini” – um medalhão de filet mignon coberto por um foie gras.
            E, dessa etapa, Victor voltou para casa precisando de uma toalha. Já que, a fim de não se resfriar, carecia de se secar das “lagrimas de crocodilo” que sua amiga Deborah derramou, depois de rir, enquanto ele levava “fumo” dos jurados.



Em A FILOSOFIA DE UM ASCETA se discorre sobre a busca do MUNDO ESPIRITUAL. Ou seja, daquilo que transcende a TERCEIRA DIMENSÃO. E que, parece se distanciar da REALIDADE, por conta do que ocorre nos versos que RAUL SEIXAS tão bem cantou em EU TAMBÉM VOU RECLAMAR: “Dois problemas se misturam / A verdade do Universo / E a prestação que vai vencer”. Mas que podem se atar se, tal qual o YIN YANG, se compreender que, de um lado, cabe à CIÊNCIA cuidar das coisas da TERRA, enquanto que, do outro, a RELIGIÃO deve zelar pelos desígnios do CÉU. E, juntas, nos conduzir rumo à ETERNIDADE.




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quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

MasterChef Brasil 2017 - Episódio 023 - Parte 001

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            Durante a ventania da noite de 08 de agosto de 2017, se viu os postulantes em ação, sob a supervisão de 04 personalidades da cena gastronômica paulistana.
            Que são: Arnaldo Lorençato, o editor da Revista Veja São Paulo, Arri Coser, o criador e ex-proprietário da rede de churrascarias Fogo de Chão e atual dono da NB Steak e da rede de pizzarias Maremonti, o Chef Benny Novak, possuidor, dentre outros, do Ici Bistro e do Tappo Trattoria, e Marcelo Fernandes, possuinte o Attimo e de demais empreendimentos.
            Sendo que para os tais cada qual deveria preparar o seu carro-chefe. Ou aquilo que no meio musical se chama de hit. Que, na prática, é uma faca de 02 gumes. Pois, como um estigma, pode escravizá-lo dentro de uma limitação criativa ou se tornar o estopim de uma imaginação ilimitada.
            Algo prematuro para o momento. Já que, até passar pelo programa, muitos criam que ser cozinheiro se resumia a fritar um ovo.
            Ademais, desde a rã, que cismou em fazer (e fracassar) com molho de amora, Valter não tirou as frutas vermelhas da cabeça. E, com esse menstruado pensar, fez uma “tira de assado, com molho de romã e dominó de batatas”.
            Enquanto que Victor, ao preparar uma “galinha sobre salada de pepinos e arroz Hainan”, levou todos a uma página infeliz da nossa história, ao lembrar uma figura que maculou a presidência da república, quando disse que seu restaurante “seria um lugar sem uma identidade única, mas com muita identidade própria”.



Em A FILOSOFIA DE UM ASCETA se discorre sobre a busca do MUNDO ESPIRITUAL. Ou seja, daquilo que transcende a TERCEIRA DIMENSÃO. E que, parece se distanciar da REALIDADE, por conta do que ocorre nos versos que RAUL SEIXAS tão bem cantou em EU TAMBÉM VOU RECLAMAR: “Dois problemas se misturam / A verdade do Universo / E a prestação que vai vencer”. Mas que podem se atar se, tal qual o YIN YANG, se compreender que, de um lado, cabe à CIÊNCIA cuidar das coisas da TERRA, enquanto que, do outro, a RELIGIÃO deve zelar pelos desígnios do CÉU. E, juntas, nos conduzir rumo à ETERNIDADE.




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quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Coluna Rio Sanzu: A FORÇA PARA PROPAGAR O AMOR

            Numa escaldante tarde, em 01 de janeiro de 2018, no templo da Happy Science, em Santos, se realizou o tradicional “Ritual de Ano Novo”. Um evento em que, por meio de “Kigans” – preces, em japonês –, encaminhados são os desejos à Divindade. E onde exibido foi um trecho da palestra, ministrada em 07 de dezembro de 2017, em que o Mestre Ryuho Okawa trata da força para propagar o amor.
            Deixando claro que o amor não é uma moeda de troca.
            Tanto que no Dicionário Aurélio consta: amor: sentimento que induz a se aproximar, a proteger ou a conservar a pessoa pela qual se sente afeição ou atração.
            Ou seja, é uma energia que se passa para frente.
            Como o Mestre Okawa explana no livro “O Ponto de Partida da Felicidade”: “... nós iniciamos a vida sem nada e crescemos graças à ajuda e ao amor que recebemos das pessoas...”.
            Do contrário, se cultiva um etos em que a esposa cobra amor do marido. Então, ele se satisfaz com a amante. A qual se esquece do filho. Que, por sua vez, o exige da namorada. E ela, confusa, insiste em brincar com o gato, que não pode dormir em paz.
            Para tal, bastando, como disse o Mestre Okawa, mudar a direção do pensamento.
            Estabelecendo, assim, um padrão agressivo de conduta.
            Com a qual se molda a mente para o que Arthur Schopenhauer estabeleceu: “... o primordial e mais essencial para a nossa felicidade de vida é aquilo que somos, nossa personalidade, porque ela é constante e ativa em todas as circunstâncias”.



Em A FILOSOFIA DE UM ASCETA se discorre sobre a busca do MUNDO ESPIRITUAL. Ou seja, daquilo que transcende a TERCEIRA DIMENSÃO. E que, parece se distanciar da REALIDADE, por conta do que ocorre nos versos que RAUL SEIXAS tão bem cantou em EU TAMBÉM VOU RECLAMAR: “Dois problemas se misturam / A verdade do Universo / E a prestação que vai vencer”. Mas que podem se atar se, tal qual o YIN YANG, se compreender que, de um lado, cabe à CIÊNCIA cuidar das coisas da TERRA, enquanto que, do outro, a RELIGIÃO deve zelar pelos desígnios do CÉU. E, juntas, nos conduzir rumo à ETERNIDADE.




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quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

BISCOITO DA SORTE

            No Shar Pei Restaurante, no bairro do Embaré, a cúpula da Cachalote FM – uma das rádios mais populares de Santos –, se reuniu, para um jantar de confraternização.
            Inicialmente, forrando o estômago com uma pornográfica porção de pato laqueado e se refrescando com “trocentas” garrafas de Ringside Red.
            Então, ao pegar o biscoito da sorte, se recordou Jerônimo Jacmel – seu principal redator – de um livro que ganhara de Sorina – sua colega de conúbio –: “Os Tolos Morrem Antes”, de autoria de Mario Puzo.
            Dado que, em um momento da trama, também, em um restaurante chinês, Eddie Lancer, o redator-chefe da Everyday Magazines, advertiu John Merlyn, um escritor pilantra, sobre o fato de que não se deve comer a iguaria.
            Mas não esclareceu o motivo.
            E como o estrabismo entre superstição e etiqueta resultaria no mesmo fim, resolveu Jerônimo apenas se apropriar do papelote que continha, no verso, os números que poderiam ser utilizados em um volante lotérico e, na frente, a seguinte mensagem: “A luz lhe virá do céu”.
            Então, na hora da “sobremesa”, decidiram dividir os “pratos” por meio da brincadeira de “amante secreto”.
            Na qual, o câmbio fariam entre as namoradas, esposas, amantes ou qualquer mulher com que se cultivasse algum tipo de relação. Também sendo incluídas a filha, a irmã e a mãe – contanto que a velha estivesse em bom estado.
            Todavia, como Sorina se resumia a sua tradicional trepada de quinta, Jerônimo optou por levar a filha do seu vizinho.
            Uma potranca de dezesseis anos que, há um tempo, ele paquerava.
            Dotada sendo de um par de tetas e uma bunda sui-generis. Posto que ainda não havia nascido um cirurgião-plástico que pudesse replicá-los.
            Mas que Jacmel estava cansado de beijar.
            Pois ela era virgem.
            E, cada vez que a levava a um motel, era um “Deus nos acuda”, na hora de tentar convencê-la a abrir as pernas.
            Logo, como um presente de grego (ou uma “chana de Troia”), ele decidiu pô-la na roda. Outorgando, assim, a outro a tarefa de lhe tirar o “lacre”.
            Sem mais, pediram ao garçom um balde para gelo. Depois, escreveram os nomes das fêmeas em guardanapos, que foram dobrados, até que se assemelhassem a pequenos cubos, e os jogaram dentro dele. Então, cantaram “Bunda Boa”, das Velhas Virgens, e o chacoalharam, até que a canção se encerrasse. Colocando-o, no fim, sobre a mesa, para que cada macho retirasse o seu.
            Ficando Jerônimo com o de Célia.
            Uma loira de “primeira divisão”. Que aparecia na televisão, costumeiramente, dando dicas sobre o aperfeiçoamento da beleza. Dentre as tais se destacando a de que, como ela, toda mulher deveria somente se bronzear à luz do luar.
            Fora isso, ela gostava, também, de ser chamada de Céu.
            Então, Jerônimo a pegou pela mão e, ao sentir sua aveludada pele, desandou a transpirar. Pensando, a todo instante, se, debaixo da jaqueta e do short de nylon na cor violeta, que lhe cobriam a leitosa tez, escorria algum fluído. Mas, logo, perdia o raciocínio, ao sentir o forte perfume de canela que exalava dela.
            E, sem mais, ele a levou à praia.
            Onde se ambientou com o corpo de Céu, enquanto ela externou o interesse de se apropriar do dele.
            Escolhendo, assim, a “alcova das sereias” para consumar o cio.
            Porém, estava a temperatura da água aquém do que lhes proporcionaria um mínimo de conforto.
            Quando um surfista que fumava um cigarro de maconha e carregava uma prancha, cujo branco perolado ostentava a logomarca do Aerosmith, passou. E, em função de uma proposta irrecusável que Jerônimo lhe fez, seguiu sem o seu transporte aquático.
            Assim, sob o “tapete voador do mar”, o casal acasalou.
            Por fim, Céu emprestado pediu o guardanapo que continha o seu nome e limpou dos seus pelos pubianos o excesso de secreção que os empapava. Calçou o short e se mandou.
            Quando a atenção de Jerônimo chamada foi por ruídos similares aos de bombas, que ecoavam pelo firmamento.
            Onde um objeto voador não identificado era caçado por caças, que atiravam, ininterruptamente.
            E, sem mais, algo caiu; formando uma cratera na areia.
            Uma cratera em que, munido da lanterninha do seu chaveiro, Jerônimo entrou.
            Encontrando um intacto cofre. Que examinou, minuciosamente. A fim de avistar algo que lhe desse um indício da sua procedência. O que não demorou. Já que constatou que se tratava de um produto oriundo do planeta Terra ao encontrar a frase “Made In China” em um canto dele. Ademais, matutou um pouco e se lembrou do papelote que recheava o seu biscoito. Pegou-o e digitou os números do seu verso no teclado dele. Que se abriu. Então, segurou a lanterninha com os dentes e se pôs a vasculhá-lo. Achando maços e mais maços de notas de cem dólares e um misterioso cristal.

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Coluna Rio Sanzu: O MUNDO EM QUE VIVEMOS





            Numa tarde de sábado, em 02 de dezembro de 2017, no templo da Happy Science, em Santos, ocorreu a estreia do filme “O Mundo Em Que Vivemos”. Uma película que, sob a direção de Hiroshi Akabane, tem uma narrativa psicodélica.
            Tendo como palco a Hospedaria Tachibana, que fica na cidade de Kirisaki, no Japão. Que, devido ao teor fantasmagórico, remete à memória o Hotel Overlook, de “O Iluminado” – que foi conduzido por Stanley Kubrick. Mas, depois, traz a lembrança de “O Código da Vinci” – que por Ron Howard guiado foi. Dado que, no tal, apresentado é o Meridiano de Paris – que é vulgarmente conhecido como Linha Rosa.
            Uma “Linha de Ley”.
            Que é a designação que se outorga a cada um dos canais energéticos que circundam o planeta. E que é pontuada por portais. Nos quais, qual a Hospedaria Tachibana, se abrem vórtices para outras dimensões.
            Sendo que, em função disso, há sobre eles algum tipo de estrutura.
            Como no de Paris... Onde existe o Museu do Louvre.
            Enquanto que, na América do Sul, há o Caminho do Peabiru. Que começa em Machu Picchu, no Perú, e atravessa São Paulo, passando pelo Pátio do Colégio – onde, em 25 de janeiro de 1554, com uma missa celebrada pelo Padre José de Anchieta, a cidade nasceu. E, posteriormente, vai para a Ilha de São Vicente. Passando pela Basílica Menor de Santo Antônio do Embaré e se perdendo na praia. Cujo nome de Embaré é uma variação do termo, em tupi-guarani, “Mbaràa-Hé”; que significa: “água que cura”.



Em A FILOSOFIA DE UM ASCETA se discorre sobre a busca do MUNDO ESPIRITUAL. Ou seja, daquilo que transcende a TERCEIRA DIMENSÃO. E que, parece se distanciar da REALIDADE, por conta do que ocorre nos versos que RAUL SEIXAS tão bem cantou em EU TAMBÉM VOU RECLAMAR: “Dois problemas se misturam / A verdade do Universo / E a prestação que vai vencer”. Mas que podem se atar se, tal qual o YIN YANG, se compreender que, de um lado, cabe à CIÊNCIA cuidar das coisas da TERRA, enquanto que, do outro, a RELIGIÃO deve zelar pelos desígnios do CÉU. E, juntas, nos conduzir rumo à ETERNIDADE.




https://www.clubedeautores.com.br/book/235224--A_Filosofia_de_um_Asceta#.WS7F1IWcFMs

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Coluna SNACK BAR - O Lado B da Humanidade: EGGNOG

            “‘Posteriormente, para casa Jerônimo regressou’, ‘Ingeriu uma onça de eggnog e viu que, pelo horário, seu Natal definhara’”, consta no conto “Banquete de Natal”.
            E cita o “eggnog”. A “gemada”.
            Uma variação de uma bebida britânica, Século XIV, chamada Posset. Em cuja receita se pede ale, coalhada e leite; raspas de canela e noz-moscada.
            Que, na América do Norte, sofreu uma mutação, com o advento do ovo.
            Aderindo ao Natal, por ser calórica.
            Enquanto que, na América do Sul, em função do verão, do suor, da pouca roupa e da pouca vergonha, fez com que o “presente” saísse de um saco, que não o do Papai Noel.
            E que o Chef Jamie Oliver reformulou requerendo 04 ovos, 03 xícaras de leite, outra de creme de leite, 03 canelas em pau, 01 vagem de baunilha, 01 colher de chá de noz-moscada ralada, 130 gramas de açúcar e 03 onças de Rum Ouro ou Bourbon.
            Ferve-se, então, em fogo médio, o leite, o creme, as canelas, a vagem e o pó da noz. Depois, deixa descansar. Então, guarda-se as claras e joga as gemas e o açúcar em uma vasilha. Onde os bate, até engrossar. E a esse preparo, através de uma peneira, adiciona-se o outro. Misturando-os; até que licoroso fique. Então, acrescenta-se o “mé”, mexe e mete na geladeira.
            No outro dia, bate-se as claras, até o ponto de neve, e junta tudo, sob a carícia de um fuê. Servindo-o, por fim, em uma caneca, com um pouco do pó da noz em cima.




https://www.clubedeautores.com.br/book/236463--Tudo_o_Que_Voce_Sempre_Quis_Saber_Sobre_Mulher_Mas_Tinha_Medo_de_Perguntar?topic=cienciashumanasesociais#.Wa2lmYWcHIU

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CUCARACHA'S BURGER - PARTE 002

CUESTA VERDE / Jornalismo de Verdade 04 de março de 2023