quinta-feira, 12 de março de 2015

Coluna SNACK BAR - O Lado B da Humanidade: PORCELAIN TWINZ – PARTE #2 (A Indústria do Sexo)





            Em 1949, lançado foi o filme: “Um Dia em Nova Iorque”. Um musical dirigido por Gene Kelly e Stanley Donen. Que trata das peripécias perpetradas por três marujos que têm um dia de ócio em Nova Iorque. Com Frank Sinatra, no papel de Chip, Gene Kelly, como Gabey, e Jules Munshim, como Ozzie. Os quais, no qual, imortalizaram a canção “New York, New York” – de autoria de Adolph Green, Betty Comden e Leonard Benrstein – ao entoarem o refrão: “New York, New York! / It’s a wonderful town!”
            Ademais, por causa de uma frescura nominada de “Código Hays” – uma autocensura em favor da “linguagem politicamente correta” da época – a letra original não pôde ser registrada na película. E, por isso, foi alterada a parte do verso que dizia: “It’s a helluva town”.
            Em 2007, as Porcelain Twinz migraram de Portland para Nova Iorque. Saindo dos palcos de striptease para o tablado de um teatro de variedades. Para brilharem sob as luzes da ribalta do “Box”.
            Tudo graças a um convite feito por Richard Kimmel, um dos proprietários do local.
            Pois o “Box” é uma versão contemporânea do “Studio 54”. Uma vitrine para artistas de vanguarda e para um público gabaritado.
            Sem mais, a curta temporada das gêmeas foi tão proveitosa que lhes propuseram uma renovação de contrato. Só que para uma longa temporada. Que elas aceitaram.
            Doravante, no dia 12 de fevereiro de 2009, no “New York Post”, publicado foi um artigo de Dareh Gregorian, com o seguinte título: “‘Twincest’ Slap”. Relatando uma acusação feita pelas irmãs Langley contra Simon Hammerstein, o outro dono do “Box”. Através da qual se levou à Suprema Corte de Manhattan o fato de que o cujo se aproveitou de seu status para se aproveitar da dupla.
            Sendo que, inicialmente, ele exigiu uma apresentação particular. Em que as duas foram forçadas a efetuar uma felação nele e nos amigos dele. Somando-se a isso uma cadeia de estapafúrdias obscenidades.
            Consequentemente, ele seguiu seu tino de empreendedor e levou a história para o palco do “Box”. Onde elas tiveram que interagir entre si, com acessórios e com convidados.
            Quando indagadas sobre o motivo que as levou a tal submissão, disseram que criam que isso não afetaria seu trabalho. Tanto que Amber salientou: “... mas nós fizemos de um jeito bem artístico”.
            Sem mais, o nome da apresentação passou a ser “Twincest”.
            Durando até julho de 2008. Quando, segundo elas insinuaram, lhes foi exigido a execução de performances que deixariam o Marquês de Sade arrepiado. E, então, o que não tinha limite se tornou descabido.
            Logo, elas contrataram Jack Tuckner – um advogado especializado nos direitos da mulher – e levaram o show para o tribunal.
            Onde o processo ainda corre.
            Ademais, Hammerstein não se pronunciou publicamente sobre o caso.
            Entretanto, o enredo está mal explicado. Tanto que suscita algumas dúvidas.
            Será que o dito explorou a inocência de duas caipiras gostosas? Ou será que elas não desperdiçaram a chance de armar uma tocaia com o desleixo de um sujeito tarado?
            Só a justiça responderá.











Todavia, há um ditado que afirma o seguinte: "a boa mulher é aquela que perdeu a virgindade e manteve a classe". Contudo, como é possível manter a "classe" se se cultua o axioma que prega que "o aspecto proveitoso da fidelidade é que ela comprova o quão prazerosa é a promiscuidade"? 
Simples: criando uma sociedade paralela. Em que a distorção social transforma a fraqueza em virtude.
Assim, um grupo de misses embarcou em uma cruzada contra a real razão de seu fracasso: a competência alheia. E se deparou com o sucesso da incompetência: ou seja, o acaso.
 
A Quadrilha das Misses Assassinas*
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