Quando diante de você me posto
Sem sequer esconder o peito aberto
Transformo o firmamento no meu palco
Ao te cantar o meu único verso
Sob o marinho e frio manto do ocaso
Como o fino fio que sutura o corte
Corrigindo um desvio desastroso
Ao expor pra sua vida um novo norte
Num destino distinto e tão distante
Que através da ilusão mais forte e farta
Você conhecerá, enfim, de perto
Pois verá brilhar, dentre os luzeiros
Que delineiam um incrível domo
A sua estrela cândida da sorte