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CUESTA VERDE / Jornalismo de Verdade




quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Verdade Alienígena: APOCALIPSE 08:01

​             Para se entender a “Teoria da Invasão da Terra”, que é aventada no livro “Invasão Alienígena”, de autoria do Mestre Ryuho Okawa, para o ano de 2037, deve-se partir de uma especulação. Uma especulação calcada no ponto em que surge uma convergência os modelos da “Terra Bola” e da “Terra Plana”.
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​             Dado que, se a Terra é plana, é certo que o homem tenha pisado na Lua. Pois ela está sob o domo.
            Agora, se tem o formato de uma bola, se torna falsa a alegação de que tenha caminhado sobre o solo lunar. Porque a Apollo 11 jamais teria atravessado o Cinturão de Van Allen.
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​             Todavia, entre a Terra e o espaço sideral, ou as águas primordiais, existe aquilo que se entende como os 07 céus. Que, inicialmente, compostos são por 05 camadas atmosféricas: a troposfera – que atinge uma altitude de 12 quilômetros e é onde trafegam as aves, os aviões, os gases e as nuvens –, a estratosfera – que alcança uma altitude de 50 quilômetros e é onde voam algumas aves, alguns aviões e os balões meteorológicos –, a mesosfera – que se estende até 85 quilômetros e é onde passam as nuvens noctilucentes e é o local em que os meteoros entram em combustão –, a termosfera – que se alonga até uma altura de 600 quilômetros e é onde ocorre a aurora boreal, orbita a Estação Espacial Internacional e os satélites – e a exosfera – que se propaga por 1000 quilômetros e é onde flutuam satélites geoestacionários.
​             E, posteriormente, há o Cinturão de Van Allen interno, que se desdobra por 9600 quilômetros, e o externo, que se espicha por 57000 quilômetros.
​             Que, no “Modelo da Terra Bola”, formam um campo de força.
​             Conquanto que, no “Modelo da Terra Plana”, representam os lados de dentro e de fora do domo.
​             Doravante, em Apocalipse 08:01 consta que: “Quando, enfim, abriu o sétimo selo, fez-se silêncio no céu por cerca de meia hora”.
​             Uma descrição do futuro que, em um momento de epifania, João recebeu de uma entidade, na Ilha de Patmos, na Grécia.
​             Cujo termo “sétimo selo” se refere ao chakra coronário.
​             Ou seja, o cocuruto do domo, na Terra Plana, ou, na Terra Bola, sobre o Polo Norte (que é o mesmo lugar, levando-se em conta que no outro se situa no centro de um mapa geodésico).
​             E o silêncio se dará em função de uma perda de atmosfera.
​             Tudo porque ocorrerá uma inversão do campo magnético da Terra.
​             Que romperá, momentaneamente, o invólucro do planeta.
​             De um jeito ou de outro, o deixando desguarnecido.
​             E, então, por um período de trinta minutos, ele será invadido.
​             Como é dito em “Invasão Alienígena”: “Chegarão aos milhares, em dezenas de milhares de naves espaciais. Tudo acabará. As forças de defesa do Japão se renderão. Os Estados Unidos serão conquistados em um instante”.
​             Então, tanto a ruptura do domo como a do cinturão se fechará.
​             Quem entrou, entrou, e quem não saiu, não sairá mais.
​             E, a partir do minuto 31, se iniciará aquele momento que, como diria o grande Alborghetti: “o filho chora e a mãe não escuta”.
​             Pois serão eles e nós e nós e eles.
​             Em um papo que parece ter saído de uma história de ficção científica.
​             Contudo, o realismo fantástico vai perdendo o verniz da fantasia à medida que o tema evolui.
​             Como se observa quando, em “Invasão Alienígena”, é explanado que: “... os alienígenas são particularmente fortes quando se trata de sistemas elétricos...”, “... é preciso haver um sistema que permita que todas as atividades de produção continuem funcionando quando todos os sistemas elétricos forem eliminados...”.
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​             O que leva a crer que o Presidente Donald Trump também leu a obra do Mestre Okawa e, além disso, teve acesso a informações privilegiadas.
​             Já que emitida foi por ele, em 26 de março de 2019, uma “Ordem Executiva Sobre a Coordenação da Resiliência Nacional de Pulsos Eletromagnéticos”.
​             Todavia, o pulso eletromagnético se dá quando uma corrente elétrica gera um campo magnético que, por sua vez, produz uma corrente elétrica adicional, que faz com que, devido a um excesso de energia, os aparelhos entrem em colapso.
​             Tanto que, na Seção 01, é notório que: “Um pulso eletromagnético tem o potencial de interromper, degradar e danificar a tecnologia e os sistemas de infraestrutura...”.
​             E mais: “... de origem humana ou natural, podem afetar grandes áreas geográficas...”.
​             O que, a priori, afasta uma ação alienígena.
​             Quiçá, seja de um inimigo interno?
​             Um levante da natureza?
​             Ou é a natureza alienígena de um inimigo interno?
​             Todavia, na Seção 02, se diz que: “Os pulsos eletromagnéticos têm o potencial de afetar negativamente os sistemas de tecnologia na Terra e no espaço”, “Um pulso eletromagnético de alta altitude é um tipo de evento feito pelo homem quando um dispositivo nuclear é detonado a aproximadamente 40 quilômetros ou mais, acima da superfície da Terra” – na camada atmosférica da estratosfera.
​             E há mais: “‘Preparar’ e ‘preparação’ são as ações a serem tomadas para planejar, organizar, equipar, treinar e se exercitar para poder construir e sustentar as capacidades necessárias para prevenir, proteger e mitigar os efeitos disso...”.
​             Logo, o governo norte-americano não quer estar desprevenido.
​             Só que ninguém se prepara para o que não pode acontecer.
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​             Tanto que a tutela do assunto foi outorgada à Comunidade de Inteligência dos Estados Unidos. Um grupo formado por 16 agências. Que são as seguintes: a Agência Central de Inteligência, mais conhecida como CIA, a Agência de Inteligência e Defesa, a Atividade de Inteligência do Corpo de Fuzileiros Navais, a Agência Nacional de Inteligência Geoespacial, a Agência Nacional / Serviço Central de Segurança, o Comando de Inteligência e Segurança, a Divisão de Inteligência do FBI, o Escritório de Inteligência e Análise, o Escritório de Inteligência e Contrainteligência, o Escritório de Terrorismo e Inteligência Financeira, o Escritório do Diretor Nacional de Inteligência, o Escritório de Inteligência Naval, o Escritório Nacional de Reconhecimento, a Inteligência da Guarda Costeira, a Secretaria de Inteligência e Pesquisa e a Vigésima Quinta Força Aérea.
​             Que, com o fim de efetuar uma espécie de “Big Brother Mundial”, promoverão um pacto entre as agências militares e civis, ao aturarem em parceria com o Assistente do Presidente para Assuntos e Segurança Nacional, o Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia, o Conselho Nacional de Segurança, o Escritório de Política Científica e Tecnológica e o de Pesquisa e Desenvolvimento Federal.
​             Então, na Seção 05, se lê que: “... em coordenação com o Secretário de Defesa e os chefes de outras agências relevantes se deve fortalecer os esforços de não proliferação e dissuasão nucleares, que reduziria a probabilidade de um ataque de pulso eletromagnético contra os Estados Unidos e seus aliados...”.
​             O que reforça o entendimento de que o armamento nuclear é de um inimigo (terrícola) dos Estados Unidos.
​             Levantando a seguinte indagação: “O Botão da ‘Bomba H’ está ao alcance de um humano ou de um ET?”
​             Quiçá, de um híbrido?
​             Ou alguém que não tem apreço pela humanidade?
​             (Como alguém que patrocina as campanhas a favor do aborto.)
​             Bem, na Seção 06, se vê que: “Dentro de 90 dias da data deste pedido...”, o dia 25 de junho, “... o Secretário de Segurança Interna... ... deve identificar e listar as funções críticas nacionais e os sistemas de infraestrutura... ... incluindo ativos baseados no espaço...”.
​             O que revela a fragilidade dos satélites.
            Dado que o pulso eletromagnético pode ecoar tanto no domo como no Cinturão de Van Allen e, como uma “concha acústica”, reverberar tanto na exosfera como na termosfera.
​             E tem mais: “... o Secretário de Segurança Interna, em coordenação com os chefes dos Serviços de Análises e em consulta com o Diretor do Escritório de Política Científica e Tecnológica e os chefes de outras agências apropriadas, deve revisar os dados do teste, identificando quaisquer lacunas...”. Ao se que acrescenta que: “... devem usar a estrutura de parceria... ... para desenvolver um plano ‘intersetorial’ integrado”. Finalizando ao determinar que: “Os chefes das agências identificadas no plano devem implementar um programa em colaboração com o setor privado”.
​             Assim, mostrando que o apoio dos empresários será imprescindível, na hora de desenroscar o enrosco.
​             Conquanto que, de volta à Seção 05, se lê que: “... em coordenação com as Secretarias de Defesa e de Energia e, com base em avaliações das ameaças baseadas em inteligência, deverão ser desenvolvidas avaliações de risco quadrienais sobre pulsos eletromagnéticos, com a primeira avaliação de risco a ser entregue dentro de 01 ano, a contar da data deste pedido”.
​             Ou seja, no dia 26 de março de 2020, o governo norte-americano já quer ter ciência das suas fragilidades.
​             E, na Seção 06, ele estipula que: “Dentro de 04 anos da data deste pedido, o Secretário do Interior deverá completar um levantamento magnetotelúrico dos Estados Unidos, para ajudar os proprietários e operadores de infraestruturas críticas a conduzir as avaliações de vulnerabilidade contra pulsos eletromagnéticos”.
​             Deixando certo que, no dia 26 de março de 2023, ele quer estar apto a se preparar para o pior.
​             Por fim, acrescentando que: “... após a conclusão das ações... ... o Secretário de Defesa, em consulta com os Secretários de Segurança Interna e de Energia, conduzirá um teste piloto para avaliar as abordagens de engenharia que serão usadas para endurecer uma instalação militar estratégica, incluindo a infraestrutura que é fundamental para sustentar essa instalação, contra os efeitos dos pulsos eletromagnéticos.
​             Mostrando que, enquanto a luz estiver apagada, a cúpula do governo norte-americano e seus aliados estarão protegidos em um bunker e com o Wi-Fi funcionando.

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