Reclame 001

CUESTA VERDE / Jornalismo de Verdade




quarta-feira, 13 de maio de 2020

Verdade Alienígena: EFEITO MAHARISHI




​             Do filme “De Volta Para o Futuro”, que lançado foi em 1985 e tem Robert Zemeckis como diretor, destaca-se, de uma miríade de diálogos pertinentes, uma conversa que Marty McFly – que interpretado foi por Michael J. Fox – e o Doutor Emmett Brown – vivido por Christopher Lloyd – travam, após o cientista apreciar uma gravação, em VHS, que o amigo lhe trouxera do futuro.
​             “Essa coisa é elétrica. Mas é preciso de um reator nuclear para gerar 01.21 gigawatts”, diz o cientista, no futuro.
​             “01.21 gigawatts! 01,21gigawatts! Ah, meu Deus!”, exclama o cientista, no passado. Ao se esquecer do iluminismo e recorrer a uma força superior, em prol de alguma “luz”.
​             “Mas que diabo é 01.21 gigawatts?”, enquanto um espera por uma resposta do Criador, o outro, em um ato falho, associa sua ignorância a uma entidade trevosa.
​             “Como eu pude ser tão descuidado?”, prossegue o Doutor, ao pensar nos motivos que o levaram a se preocupar com o futuro; e não, com o passado. “01.21 gigawatts. Como vou gerar esse tipo de energia? É impossível! É impossível!”
​             “Doutor, tudo de que precisamos é de um pouco de plutônio”, ameniza o cidadão.
​             “Eu estou certo de que, em 1985, tem plutônio à venda em qualquer farmácia”, comenta, apostando no “eufemismo”. Já que, à época, não se chegou a vender esse elemento químico. (Como ainda não se vende.) E sim, “cachaça”.
​             Cachaça?
​             Só que para criança.
​             No caso, sob o nome de “biotônico”.
​             Já que, com a sua dosagem de 09,05% de álcool, tinha o intuito de esfomear os miúdos, em função de uma larica.
​             “Marty...”, continua, “... sinto muito, mas você está preso aqui”.
​             “Mas Doutor Brown... Preso aqui... Eu não posso ficar preso aqui. Eu tenho a minha vida em 1985”, chora Marty. E explica o motivo de abrir mão de algo como uma viagem pelo tempo: “Eu tenho uma garota”.
​             “Ela é bonita?”, se interessa o Doutor.
​             “Poxa, mas é claro que é. E ela é louquinha por mim. Veja isso... Ela escreveu isso aqui; ó”, e para o amigo entrega um bilhete que recebeu da amásia. “Quer dizer. Isso diz tudo. Não? Doutor, você é minha única esperança”.
​             “Eu sinto muito, Marty. Mas a única fonte capaz de gerar 01.21 gigawatts de energia, que precisamos, é um raio”, explica o cujo.
​             “O que foi que disse?”, se interessa Marty.
​             “Um raio”, com a delicadeza de quem não está falando em grego, repete o Doutor. “Mas, infelizmente, você nunca sabe quando ou onde ele irá cair”.
​             “Nós sabemos”, diz, ao lhe mostrar a face real do bilhete. Que o transforma em um panfleto, em que se pede dinheiro para que se faça o reparo do relógio da praça.
​             “É isso mesmo”, se entusiasma o dito. “Aqui está a resposta. Aqui diz que um raio vai atingir o relógio da torre, precisamente, às 22 horas e 04 minutos, do próximo sábado. Se pudermos canalizar a energia desse raio, colocá-la no Capacitor de Fluxos, pode funcionar. No próximo sábado, à noite, mandaremos você de volta para o futuro”.
​             Ademais, se um raio pode abastecer o DeLorean de Marty McFly, uma rajada pode guarnecer a ionosfera.
​             Todavia, a ionosfera é uma camada da atmosfera que se situa em uma faixa que vai dos 100 aos 1000 quilômetros de altitude e é composta por partículas de íon.
​             Um átomo que fica eletricamente carregado; seja negativamente – o ânion – ou positivamente – o cátion –, em função da frequência em que vibra.
​             Dado que ele tem, como elemento químico subatômico, o elétron – cujo fluxo, dentro do mesmo, gera um fenômeno chamado de eletricidade.






​             Sendo que, em 1899, essa qualidade da ionosfera fora descoberta por Nikola Tesla. Quando o inventor austro-húngaro, por meio de experimentos realizados com a sua famosa bobina, no seu laboratório, em Colorado Springs, nos Estados Unidos da América, produziu incontáveis relâmpagos.
​             (Bem, aqui nasce outra questão: “Robert Zemeckis e Bob Gale, quando escreveram De Volta Para o Futuro, esqueceram-se, propositadamente, disso?”)
​             Ademais, Tesla reparou que dos raios que sua bonina criava escapavam ondas de baixa frequência – como as dos sinais radiofônicos –, que se propagavam pela ionosfera.






​             Todavia, em 1952, o físico alemão Winfried Otto Schumann chegou à mesma conclusão, ao encontrar um padrão de ondas estacionárias no mesmo lugar.
​             Ondas estacionárias que, em 1954, segundo um estudo do cientista Herbert König, o assistente dele, e dele, vibram numa frequência 100 vezes menor do que um sinal de rádio. E que ganhou a alcunha de Ressonância Schumann.
​             Que, a partir da década de 1960 (que, por coincidência, foi o período em que Valiant Thor esteve lotado na Terra), usado foi para aferir as atividades do Sol e do campo eletromagnético da Terra.
​             Ademais, o Doutor Schumann publicou seus estudos no jornal Technische Physik (Física Técnica).
​             E, em função deste texto, surgiu um misterioso personagem: o Doutor Ankermüller. Que aparece em todas as versões da história e não emerge de registro algum. Mas que, segundo consta, estabeleceu uma conexão entre a Ressonância Schumann e as ondas alfa cerebrais.
​             Passando, posteriormente, seus estudos para o Doutor Schumann, que, por sua vez, os repassou para o Doutor König, seu sucessor.
​             Que, por meio de um eletroencefalograma (um EEG), comprovou o paralelo entre ambos, ao estabelecer uma medida de 07,83 hertz para a Ressonância Schumann e 07,70 hertz para as ondas alfa dos mamíferos.






​             Consequentemente, o Doutor Wolfgang Ludwig, o criador da Terapia do Campo Magnético – em que imãs são usados para manipular o fluxo sanguíneo –, notou que os sinais eletromagnéticos provocados pela tecnologia dificultavam a análise da Ressonância Schumann. E, por isso, passou a fazer suas ponderações em alto mar.
​             E, em função disso, fez uma analogia entre a Ressonância Schumann e a cultura chinesa. Com o Yang representando, do lado masculino, a Ressonância Schumann e o Yin, do feminino, as frequências naturalmente geradas pela Terra. Que, como prega o Taoismo, devem se auto-harmozinar.






​             Contudo, com o passar do tempo, as frequências artificiais se intensificaram; ganhando o nome de “electrosmog” – a “poluição eletromagnética”. Que é oriunda de aparelhos como roteadores e smartphones.
​             Dado que produzem uma radiação não ionizante – que não se quebra em partículas. E, portanto, adquirem uma densidade que, de um lado, afeta a ionosfera, desiquilibrando o meio ambiente – com a produção de catástrofes naturais – e, do outro, influi no sistema nervoso central das pessoas; causando-lhes distúrbios salutares – como o aumento da incidência de câncer.
​             Contudo, nem tudo está perdido. Já que esse electrosmog pode ser extirpado.
​             Mas como é que esteriliza a atmosfera de uma radiação não ionizante?
​             Com a prática da meditação.
​             Meditação?
​             Sim!
​             Para tal, basta entender que a faixa alfa se situa entre o sono e a vigília.
​             Onde os médiuns trabalham.
​             E que faz da ionosfera uma via para os seres celestiais – como anjos, demônios, jins e outros tipos de entidades.
​             Sendo por isso que os equipamentos de som captam as “vozes do além”; a EVP – “electronic voice phenomena” –, o “Fenômeno de Voz Eletrônica”.
​             Ademais, no dia 04 de abril de 2020, às 11:45pm, na costa leste norte-americana (que equivale às 10:45pm, no horário de Brasília), promovida foi uma meditação mundial pelo We Love Mass Meditation (Nós Amamos a Meditação em Massa) – um blog de Miami, similar ao Mochileiro Místico. Que seguida foi por vários grupos, em todo disco terrestre – em Londres, Paris, Tóquio e até no Cairo; citando alguns.
​             Quando, com o fim de higienizar a humanidade do “corocavírus”, o vírus chinês, se pediu que, por um período de 20’, visualizasse um pilar de luz branca, que saía de um Sol Primordial, atravessava o universo e penetrava, através de cada um, nas entranhas da Terra.
​             A fim de se alcançar, com isso, o “Efeito Maharishi”.
​             Efeito Maharishi?
​             Bem, na década de 1960, o indiano Maharishi Mahesh Yogi, o Guru dos Beatles, disse que se 01% da população mundial praticasse a meditação, ocorreria uma melhoria na qualidade de vida dos viventes.









​             E, de 1970 a 1980, se constatou, por meio de uma série de experiências realizadas em diversas cidades norte-americanas, que ele estava certo. Já que, quando 01% dos habitantes de uma determinada localidade meditava, a quantidade de crimes caía em 16%.
​             Ou seja, segundo os dados do IBGE de 2019, a Ilha de São Vicente – que é composta pela parte insular das cidades de Santos e São Vicente, mais o seu quinhão do continente – tem um total de 799109 residentes.
​             Logo, seria preciso ministrar uma meditação com 7992 pessoas, para se alcançar o mesmo fim.
​             Doravante, o site italiano Segni dal Cielo (Sinais do Céu) publicou, no dia 09 de abril de 2020, um artigo, de autoria de Luke Miller, intitulado de “A Meditação Global Coincide Com o Pico da Ressonância Schumann”. Em que trata do fato de a Estação de Observação Espacial Russa, situada em Tomsk, na Rússia, ter registrado um pico de 76 hertz nas atividades da Ressonância Schumann, entre os dias 04 e 05 de abril.






​             Coincidência?
​             Não!
​             Coincidência é quando o Marty McFly volta no tempo, para sua própria cidade, uns dias antes de cair um raio no relógio da torre, e é informado de que precisa de 01.21 gigawatts.
​             E essa meditação pode ser replicada a qualquer momento.
​             O que, no caso, por não ter envolvido a quantidade ideal de pessoas, não livrou a humanidade da sua via crusis. Porém, demonstrou que o poder da mente é inquestionável.

Financie o Mochileiro Místico

https://apoia.se/mochileiromistico

FRENTE FLÁVIO BOLSONARO - THE IRISH LIGHT: BOLSONARO, DJOKOVIC E DUARTE

Grupo do Comitê Independente da Frente Flávio Bolsonaro no MeWe - Deus, Pátria, Familia e Liberdade.