Na quarta, dia 27 de maio de 2026, se comemora a conquista do vigésimo quarto título de campeão paulista pelo Corinthians. Que ocorreu nos idos de 2001. Quando o Timão empatou, pelo placar de 00 X 00, com a equipe do Botafogo, no Estádio Cícero Pompeu de Toledo. Tendo sob o seu pavilhão Maurício (depois Gléguer); Rogério, Scheidt (depois, Fábio Luciano), João Carlos e Kléber; André Luís, Marcos Senna (depois, Gallo), Marcelinho e Ricardinho; Éwerthon e Gil; Técnico: Wanderley Luxemburgo.
PARA OS TORCEDORES DO TIMÃO
Em 1965, a banda Byrds lançou a canção “Turn! Turn! Turn!”, que foi composta por Pete Seeger e da qual, provavelmente, Isabel Sarli destacaria os versos que dizem: “Para cada coisa... / Há uma estação... / E um tempo para tudo que está debaixo do céu” (ou na Terra) “/ Um tempo para nascer / Um tempo para morrer / Um tempo para plantar / Um tempo para colher”.
Que são baseados em Eclesiastes 03:01: “Para tudo há um tempo...”.
Posto que tudo tem uma medida.
Tudo é uma ciência.
Ou a é quando, em um exercício de anamnese, se procura uma “pergunta” para uma “resposta”.
E não, o contrário.
Como ocorre em “A Saga de Kid Winchester”. Quando a falta da “pergunta certa” faz com que a dosagem do tempo, cuja medida se dá entre o excesso e a carência, coloque a estrutura tridimensional – que é feita de altura, largura e profundidade – na direção de um colapso.
Fazendo com que a lenda de Kid Winchester se desenvolva de forma centrífuga. De um jeito híbrido.

