quinta-feira, 17 de abril de 2014

INDECÊNCIA (O Ensaio de Mari Silvestre para a Playboy)

            Em 1988, o autor Jack Engelhard publicou “Proposta Indecente”. Um romance que, em 1993, pelo diretor Adrian Lyne, adaptado para o cinema foi.
            Sendo que essa versão se caracteriza por duas peculiaridades: uma, “interna”, e outra, “externa”.
            Com a “externa” estando relacionada com o fato de que os atores principais, Demi Moore – no papel de Diana Murphy – e Robert Redford – como John Cage –, se imortalizaram como ícones sexuais de distintas gerações.
            Enquanto que a “interna”, indiretamente influencia pela “externa”, está condicionada à trama que envolve David Murphy – personagem que foi representado por Woody Harrelson. Em que ele é inquirido por Cage sobre a possibilidade de lhe vender os dotes libidinosos de Diana, sua esposa, por uma bagatela de US$ 1.000.000,00.
            O que descamba na seguinte questão: “Quanto vale uma mulher?”
            Cuja resposta está na resolução de alguns quesitos. Como: “O que fazer com o ‘autorespeito’?” Ou melhor, “com a capacidade da cerviz suportar o peso do ‘chifre’ que se carregará”. E: “Como avaliar as aptidões físicas e intelectuais do produto?” Pois, em se tratando de uma mulher feia, pode-se ofertar um desconto e até o cartão de um psiquiatra, para o tratamento de algum futuro trauma. Agora, se a cuja for apenas inteligente, deve se emprestar um tubo de Hipoglós, pois ela aproveitará a oportunidade para trepar como se não houvesse “amanhã”.
            Por fim, há de se pensar no pós-venda. Ou seja, numa provável “resmungação”.
            Para, então, prever o resultado da operação; se lucro ou prejuízo.
            Entretanto, há o ponto de vista do interessado. Que pode ser compreendido na edição de Nº 466 da Playboy de março de 2014. Em um ensaio em que é possível estimar cada centavo de um provável investimento. Já que, sob o olhar do fotógrafo André Passos, ele torna viável a vistoria das virtudes e vicissitudes de Mari Silvestre.
            Mari Silvestre que, como Aline Prado, sua antecessora no posto de estrela do mês, se notabilizou no imaginário masculino, por meio da Rede Globo de Televisão. Onde, enquanto uma deu forma à Globeleza, a outra exerceu o ofício de “assistente de palco”, no programa “Caldeirão do Huck”.
            Doravante, dentro da proposta da publicação, que era a de interpretar a intérprete de um espetáculo de burlesco, Mari se expôs em um ensaio que lhe revelou tudo; menos, a alma. Dado que, no teatro do Instituto Cultural Israelita Brasileiro, no Bom Retiro, em São Paulo, ela incorporou uma “cara de quenga”, um “busco de rameira” e uma “bunda de meretriz”. Com uma vagina que, apesar da escassez de pelos e do excesso de recato, em meio a um fausto quadril, não deixa de ser uma legítima “receptora de pica”.
            Não que a bunda também não seja. Pois é do tipo que, na garupa de uma Ducati 1199 Panigale S, se torna o símbolo de algo que pouquíssimos homens podem usufruir.
            Mas de que muitos poderiam se inteirar, caso o ensaio tivesse captado a aura dos quadrinhos de Milo Manara. Deixando-a confortável no desconfortável quarto de um motel do Largo do Arouche. Onde, de porta aberta, em um imundo banheiro, ela urinaria. E, depois, regressaria à cama, onde estaria um indigente bêbado, e se limparia com o lençol, assinalado pela réstia de esperma que escarara.



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