sábado, 15 de março de 2014

GÊNESIS 2:24 (O Ensaio de Aline Prado para a Playboy)

            “Por isso é que o homem deixará seu pai e sua mãe e se apegará à sua esposa, e tornar-se-ão uma só carne”, consta em Gênesis 2:24.
            Dado que, após obsequiar a Adão com uma mulher, Deus lhe deu uma orientação, composta por duas implícitas informações.
            Cuja primeira surge da seguinte questão: “Se a sua existência resulta de uma experiência Divina, por que é que Adão foi aconselhado a deixar seus progenitores?”
            Talvez, para formular um pensamento atemporal.
            Que o instigue a tocar o seu futuro rebento para fora de casa, assim que o cujo complete dezoito anos.
            Um filho que flui da segunda informação: “tornar-se-ão uma só carne”.
            A qual, em sentido literal, instrui o casal a arregaçar suas genitálias e se acasalar. E que, de modo figurado, se confirma na perpetuação da espécie.
            Contudo, para tal, requerida é uma mulher que faça jus à façanha. Cuja existência, por si só, já baste. Detendo um passado que seja ignorável e um futuro que se dilua na incógnita. E só gere o desejo de lhe batizar o útero com um moleque.
            Todavia, Aline Prado, a estrela do mês, está nesse naipe. Tanto que, de 2006 a 2013, sob a alcunha de Globeleza, se tornou o signo vivo do carnaval brasileiro.
            Carnaval que, na edição de Nº 465 da Playboy de fevereiro de 2014, foi contemplado pelo olhar da fotógrafa Autumn Sonnichsen. Que olhou para a sua manhã. Ou ao período em que cada partícipe da folia tem a vista castigada pela dor que é causada pelo brilho intenso de um Sol de verão.
            Iniciando-se na Praia do Pernambuco, no Guarujá. Onde Aline recupera o sono perdido. Visto que ainda traja seu uniforme de “histriã”. Ou, apenas, 50% dele. Já que está sem as calças. Dando a entender que terminou a primeira noite de samba e alegria na mais sórdida orgia.
            Então, depois de desperta, se livra da veste e se ergue com o lombo empanado pela areia. Como uma fictícia escultura. Que, após ser lavada pela maré, mantém a sinuosidade que só pode ser alcançada pelas mãos de um hábil artista.
            Consequentemente, Aline tira o sal do couro com a água de uma mangueira. A qual também utiliza para refrescar seu “instrumento de balada”. Uma vagina que, em função da ausência de pelos e do discretíssimo clitóris, se resume a uma profunda fenda.
            Na sequência, mata a larica, ao devorar um cachorro-quente. E, provavelmente, se recorda na noitada, ao chupar o catchup que lhe lambuza o indicador da mão direita.
            Sem mais, vai para a quadra da Vai-Vai. Para se fantasiar de nudista, com o fim de atiçar o instinto reprodutivo de cada varão, que varará a noite, no Anhembi.
            E, por fim, na manhã seguinte ao desfile, volta ao Guarujá. Onde tira a calcinha, antes de entrar em um Gol GTi 1993 – Amarelo Sunny. Oferecendo, assim, por um último momento, a bunda à apreciação de quem se interesse. Para, então, no interior do veículo, umedecer o dedo médio, em sua rosada língua, no prenúncio de uma siririca.



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