quarta-feira, 24 de junho de 2015

Da Série "Sonetos Para a Juventude": TREZE ANOS

            Lembro que você tinha treze anos
            E procurava pelos seus tamancos
            Numa areia com tom de ouro branco
            Após deixar a calma do oceano
           
            Você não precisava de amuletos
            Já que os segredos da sua juventude
            Estavam presos na beatitude
            Superficial dum biquíni preto
           
            E do cabelo longo, liso e lindo
            Pingavam os resquícios advindos
            Duma imensidão de água azul-cobalto
           
            Mas sua alma me era inacessível
            Pois ela estava mais intransponível
            Do que um parco pedaço de basalto






Todavia, há um ditado que afirma o seguinte: "a boa mulher é aquela que perdeu a virgindade e manteve a classe". Contudo, como é possível manter a "classe" se se cultua o axioma que prega que "o aspecto proveitoso da fidelidade é que ela comprova o quão prazerosa é a promiscuidade"? 
Simples: criando uma sociedade paralela. Em que a distorção social transforma a fraqueza em virtude.
Assim, um grupo de misses embarcou em uma cruzada contra a real razão de seu fracasso: a competência alheia. E se deparou com o sucesso da incompetência: ou seja, o acaso.
 
A Quadrilha das Misses Assassinas*
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