sexta-feira, 14 de março de 2014

BELA VIOLA (O Ensaio de Thaís Bianca para a Playboy)

            “Por fora, bela viola, por dentro, pão bolorento” é o dito de que, como um mantra, o feio se vale para apontar algum desvio de conduta, mesmo que se trate de um ato falho, de alguém que é provido de beleza. Tal qual soa no lema do medíocre: “Ninguém é melhor do que ninguém”. Um argumento que pode ser retrucado com mero jogo semântico. Pois se entende que, se por um lado, “ninguém é melhor do que ninguém”, pelo outro, se compreende que “alguém é pior do que alguém”. Ou como se ouve na voz daquele que se defende de algum trauma ao desdenhar do potencial alheio com a seguinte máxima: “Tamanho não é documento”.
            Ademais, por meio de sua beleza é que Thaís Bianca chegou à capa da edição de nº 455 da Playboy de abril de 2013. Já que, como Carol Narizinho, antecessora sua na capa do exemplar, ela se notabilizou por, quase que literalmente, ter carregado o “Pânico na Band” nas costas. Visto que seus glúteos se tornaram um lugar-comum, de tanto que explorados foram, a cada exibição dominical do mesmo.
            Contudo, agora, outras nádegas carregarão o encargo de amealhar audiência. Porque, no dia 11 de abril, Thaís anunciou sua aposentadoria como Panicat. Uma jubilação a que, no dia 18, sua colega de programa também aderiu.
            Ademais, desde o início de 2012, os encontros e desencontros profissionais entre ambas se tornou corriqueiro. Posto que Thaís – que é oriunda de Bauru, em São Paulo – e Carol – que é natural de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul –, primeiramente, se toparam entre as protagonistas do programa “Casa Bonita 4”, do “Multishow”. O que, no porvir, virá a se repetir quando o movimento cíclico dos astros puder prever.
            Doravante, seu ensaio não saiu da tradicional óptica conceitual que o fotógrafo Mauricio Nahas explorou em outros trabalhos para a revista. Por tanto, nas fotos se vê um viés fetichista, típico de um filme pornográfico alemão. Em que se instiga observador a lidar com aquilo que está à margem de uma sociedade civilizada. Ou seja, o estado em que apenas a compaixão divina pode livrar alguém do infortúnio de sucumbir ante o tormento da própria fraqueza.
            Assim, em uma fábrica abandonada e caindo aos pedaços, Thaís encarna uma punk. Uma personagem em que qualquer delinquente adoraria ejacular. Já que, pelo menos, na mídia impressa, ela demonstra ter a posse de uma verve interpretativa. Pois se destaca das páginas da publicação ao externar uma força que qualquer pessoa em tal condição não aparentaria possuir. Ao se equilibrar, com maestria, sobre a linha que separa a ficção da realidade.
            Somando-se a isso sua vocação para viver em um campo de nudismo. Dado que sabe domar a libido masculina com sua voluptuosidade. E, por isso, se expõe com uma estratégica reserva.
            Por fim, além da personagem há uma personalidade que, ao ser entrevistada, sobressai assim que ela confirma a afirmação de que não perdeu a virgindade anal.
            Porém, adiante e indiretamente, ela explica o porquê dessa situação. Quando diz que: “É, sim! Mulher que fala que não, está mentindo”, ao ser indagada se o tamanho do falo, de fato, é relevante.



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